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Especialista da Associação Brasileira de Educadores Financeiros dá dicas de como administrar o dinheiro neste momento de pandemia, em que o ganho mensal é reduzido. Calculadora, gastos, dinheiro, orçamento, finanças pessoais Divulgação/PortalIbre Com o isolamento social, muitas pessoas estão em casa por tempo indeterminado. A orientação é das autoridades de saúde, para tentar conter a contaminação do coronavírus. Por essa razão, profissionais autônomos tiveram que suspender as atividades e, consequentemente, a renda mensal foi reduzida. O que fazer nesta situação? O G1 conversou com o Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin), que deu dicas de como sobreviver financeiramente durante este período. Domingos alerta que o que deve ser evitado nesse momento é o desespero. "É óbvio que a situação é assustadora para muitos, mas entrar em pânico só prejudica, levando muitas vezes à tomada de decisões erradas que poderão impactar ainda mais nas finanças. Assim, primeira coisa é buscar forças e ter calma para olhar de forma inteligente as finanças", explica. O presidente da associação separou algumas dicas para o controle financeiro, durante essa pandemia. Veja: Cuidado com as dívidas: de acordo com Reinaldo, por mais que pareça correto querer quitá-las, isso pode ser um erro, pois, se usar muito deste dinheiro, estará sob o risco de ficar sem para cobrir gastos à frente. A orientação é conversar com o credor e tentar reajustar os valores. Analise sua realidade: o ideal é fazer um levantamento de todos os gastos mensais. Reinaldo reforça que “desde cafezinho até parcela da casa própria, nada deve passar despercebido. Em caso de dívidas e parcelamentos, esses devem ser também somados”. Esqueça ferramentas de crédito: cartões de crédito, cheque especial, cartão de lojas e outras ferramentas de crédito fácil devem ser prioritariamente esquecidas. Evite mesmo em caso de emergência, pois, caso não consiga pagar esses valores, os juros serão exorbitantes, criando um caminho de difícil volta. Faça uma faxina financeira: é hora de cortar muitos gastos que não são prioritários, como TV a cabo, smartphones, idas a restaurantes e baladas. Priorize o que é realmente é fundamental nesse período. Mude seu padrão de vida: o momento é de reestruturação e não de manter a pose. “Então, o primeiro passo para mudar sua realidade é aceitar que seu padrão de vida mudou, e não viver de aparências”, afirma. Fuja dos exploradores: por mais que o momento seja de desespero, existem pessoas mal-intencionadas. Não permita abusos. Evite promessas e garantias descabidas. Levanta e sacode a poeira: por fim, Reinaldo explica que é hora buscar alternativas. “Use seu tempo livre, amplie o network (online é claro), se posicione como alguém que está aproveitando essa oportunidade para crescer e está à espera de chances. Lembre-se de que as oportunidades geralmente aparecem para quem está atrás delas. Esqueça o desânimo, levante a cabeça e olhe para o futuro”, conclui. Initial plugin text

03/04: Mulher mostra as contas para pagar após perder o emprego na região de Campinas durante a quarentena contra o avanço do novo coronavírus. Reprodução/EPTV 1) A disseminação da Covid-19 pelo mundo pode ser acompanhada em gráficos no Financial Time ou, de modo visualmente mais compreensível, no Covid Trends, do físico e comunicador científico Aatish Bhatia . Na Atlantic, Ed Yong vislumbra os cenários possíveis para o fim da pandemia. Também na Atlantic, Derek Thompson tenta extrair quatro princípios econômicos para a reação à crise. Na Foreign Policy, Adam Tooze argumenta que ela é pior que a crise de 2008 e, para os mercados emergentes, representa a maior crise de todos os tempos. No Washington Post, Catherine Rampell explica o óbvio: por que salvar vidas é a melhor forma de preservar a economia. Donald Trump promulga pacote de US$ 2 trilhões para aliviar impactos do coronavírus na economia na sexta-feira (27/3) REUTERS/Jonathan Ernst 2) Ainda na Atlantic, Shadi Hamid argumenta que o novo coronavírus acabou com toda a esperança de revolução defendida nos programas de postulantes à Presidência dos Estados Unidos como Elizabeth Warren ou Bernie Sanders. Na New Yorker, Isaac Chotiner entrevista o jurista que elaborou a teoria fajuta usada pelo governo Donald Trump para justificar a inação logo no início da pandemia. No New York Times, Paul Krugman constata que o desprezo pela ciência está por trás da atitude de Trump tanto em relação à pandemia quanto às mudanças climáticas. Também no Times, Nate Cohn compara as reações americana e europeia diante do novo coronavírus. Ainda no Times, Selam Gebridan aponta as oportunidades oferecidas pela Covid-19 para autocratas tentarem ampliar seus poderes. Equador vive colapso funerário diante do aumento de casos do coronavírus AP Photo/Andrea Aguilar 3) A japonesa NHK preparou um documentário sobre como os cientistas estão tentando deter a expansão do vírus. No Times, Joshua Rabinowitz e Caroline Bartman levantam a hipótese de que a exposição inicial a cargas maiores do vírus pode ser mais perigosa, corroborada por um levantamento na revista médica The Lancet. O British Medical Journal (BMJ) avalia como a política diante da doença tem variado entre diferentes países. O El País mostra que cada um conta suas mortes de modo diferente. No Times, Matt Apuzzo e David Kirkpatrick revelam que, apesar de toda a retórica de que o vírus representará um freio à globalização, nunca houve tanta cooperação entre cientistas de todo o planeta para combatê-lo. Áreas designadas para manter o distanciamento social na fila do lado de fora de uma loja médica em Srinagar, na Índia Tauseef Mustafa/AFP 4) A eficácia das medidas de distanciamento social para deter a disseminação da Covid-19 é constatada num estudo produzido por uma colaboração internacional a respeito da epidemia na China, divulgado no repositório MedXriv. Também no MedRxiv, pesquisadores chineses da Universidade Huazhong de Ciência e Tecnologia corroboram a constatação. O Centro de Modelagem Matemática de Doenças Infecciosas (CMMID) da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres repete a conclusão em levantamento realizado para o Reino Unido. Outro estudo de pesquisadores canadenses, também no MedRxiv, simula os efeitos do distanciamento social, com base em modelo de contágio publicado nos Anais de Medicina Interna, disponível em formato internativo no Shiny Apps. Em entrevista publicada pela Universidade de Toronto, o epidemiologista Ashleigh Tuite descreve as premissas do modelo e defende que o distanciamento social seja adotado o quanto antes. Gráfico elaborado pelo cientista Drew Harris e adaptado pelo biólogo Carl Bergstrom mostra como medidas de prevenção podem retardar o contágio da Covid-19 e evitar o colapso do sistema de saúde Carl Bergstrom e Esther Kim/CC BY 2.0 5) O InLoco acompanha a extensão das medidas de isolamento no Brasil. O Covid Simulator tenta estimar o impacto da epidemia no Brasil usando um modelo matemático clássico. No Health Data, Christopher Murray apresenta um modelo com simulações para o uso de leitos de UTI nos hospitais americanos e exibe projeções da carência em todos os estados. Um artigo no New England Journal of Medicine discute como fazer uma alocação justa dos recursos escassos. 6) Na Atlantic, Zeynep Tufecki apresenta uma visão crítica dos resultados dos modelos matemáticos usados para avaliar número de infectados e mortos, também tema de reportagem da Economist. Sigmund Freud, considerado o pai da psicanálise Time Life Pictures 7) Na New York Review of Books (NYRB), Jamieson Weber discute a psicanálise em tempos de quarentena. 8) Também na NYRB, Daisy Alioto sugere uma lista de livros que têm pandemias como pano de fundo. No Medium, Steven Gambardella elenca os melhores filósofos para ler em momentos de isolamento. Livro de Steven Pinker defende o otimismo contra o caos globonews 9) Na Current Affairs, Nathan Robinson faz uma crítica demolidora da defesa do Iluminismo feita nos llivros do cientista Steven Pinker.

Semana Santa neste ano será diferente, com igrejas vazias, sem contato físico e sem multidões; a Igreja, em meio à pandemia, buscou alternativas para cumprir o papel de servir e manter a fé viva. Confira a programação completa. Catedral Basílica Menor de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, em Curitiba Natalia Filippin/G1 Uma vela e um joelho dobrado no chão sempre foram formas de conseguir se conectar com a fé dentro de casa. Porém, neste ano, em meio à pandemia do coronavírus, a internet, a televisão e a solidariedade conseguiram fazer de cada lar um verdadeiro altar. Em Curitiba, as paróquias adaptaram as celebrações da Semana Santa com criatividade e tecnologia, evitando qualquer ação que pudesse propagar o vírus. A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, em 5 de abril, e acaba no domingo de Páscoa, 12 de abril. De acordo com Dom Amilton Manoel da Silva, bispo auxiliar de Curitiba, a igreja já viveu a maior pandemia do século 20 durante a gripe espanhola. Porém, naquela época não haviam tantos meios de comunicação para chegar até o povo. 102 anos atrás, gripe espanhola fechou estabelecimentos e motivou isolamento em Curitiba "Antes do Concílio Vaticano II, nós tínhamos uma liturgia também um pouco diferente, com missa rezada em latim. É a primeira vez que nós estamos enfrentando dessa maneira. Faremos missas sem o povo, mas sem perder a presença enquanto comunhão entre os fiéis. É uma igreja que se faz presente à distância", explicou ele. Governo do Paraná libera atividades religiosas com restrições e outras que considera essenciais Os bispos de Curitiba divulgaram uma carta aos padres da arquidiocese com orientações para a Páscoa. Neste ano, alguns ritos como o ato do Lava-pés e a procissão do Senhor morto foram suspensos. As orientações da Arquidiocese de Curitiba seguem as determinações emitidas pela Santa Sé e adequadas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Vazia, paróquia celebra missa com fotos de fiéis penduradas nos bancos, em Curitiba "Recebemos orientações de Roma, da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, para que possamos celebrar bem, profundamente, e não perder o espírito da Semana Santa. Alguns padres percorrerão as ruas sozinhos em cima de carros com uma cruz dando a bênção nas casas. A fé perdura e a esperança é alimentada através da oração", disse Dom Amilton. Missa do domingo de Ramos Os fiéis estão sendo incentivados pelos padres a colocar no portão ou na porta das casas alguns ramos. Os que acompanharem missas por transmissão ao vivo pela internet poderão ter também ramos nas mãos para serem bentos. Missa do Crisma ou Santos Óleos Realizada tradicionalmente na Quinta-feira Santa pela manhã, reunindo os padres para a renovação de promessas sacerdotais e para bênção dos óleos utilizados nas celebrações, este ano será na terça-feira (7), às 12h, e apenas para os bispos. A missa será realizada no Santuário Nossa Senhora de Guadalupe e transmitida pela televisão e internet. A Renovação das Promessas sacerdotais dos padres será realizada presencialmente em outros dias, sem presença de público. Recomendação da Arquidiocese de Curitiba é que missas sejam transmitidas pela internet Reprodução/RPC Tríduo Pascal Um material com a liturgia das celebrações será disponibilizado a todas as paróquias. No site da arquidiocese será disponibilizado os horários das celebrações presididas pelo arcebispo, que poderão ser acompanhadas online. Quinta-feira Santa (9), às 19h: A celebração da ceia do Senhor e da instituição da eucaristia omitirá o Lava-pés. A procissão do translado do Santíssimo Sacramento também foi suspensa. Sexta-feira Santa (10), às 15h: Não haverá a via sacra e a procissão do Senhor morto. A celebração da Paixão do Senhor deve ser mantida nas paróquias e no momento da Oração Universal será feito um acréscimo com uma oração especial da Arquidiocese de Curitiba pelos doentes, pelos mortos e pelos enlutados. Vigília Pascal (11), às 19h: Será feita em cada paróquia na noite do Sábado Santo, celebrando a ressurreição de Jesus. Não acontecerá a bênção do "fogo novo" e nem procissão de entrada. Domingo de Páscoa (12): São mantidas as celebrações, incentivando a transmissão online quando houver possibilidade. Com o Arcebispo de Curitiba, Dom José Antônio Peruzzo, será realizada às 18h. "Temos que manter a confiança que é apenas um momento da história e que passará em breve. Talvez consigamos ainda resgatar valores que estavam esquecidos, da vida existencial, da vida familiar, da fé, principalmente na linha da caridade, da solidariedade. Cada cristão é igreja", pontuou Dom Amilton. Orientações na Arquidiocese de Curitiba seguem as determinações emitidas pela Santa Sé Natalia Filippin/G1 Espetáculo ao ar livre "Paixão de Cristo" Por conta da pandemia da Covid-19, a tradicional apresentação do espetáculo "Paixão de Cristo", do Grupo Lanteri, foi transferida para o dia 6 de setembro, véspera do feriado da Independência do Brasil. Os ensaios foram temporariamente cancelados. Como nos anos anteriores, a apresentação será no Parque Cachoeira, em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. Segundo o Grupo Lanteri, a encenação da "Paixão de Cristo" é a 2ª maior ar ao livre no Brasil, ficando atrás somente da Nova Jerusalém, em Pernambuco. A encenação envolve cerca de 1.200 mil voluntários entre atores, técnica e produção, e atrai um público superior a 20 mil pessoas. Espetáculo "Paixão de Cristo", do Grupo Lanteri, em Curitiba Divulgação/Reinaldo Reginato Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Todos os dias, às 20h, o bairro Maria Goretti se une pela fé. Vizinhos fazem orações em busca de conforto durante quarentena em Belo Horizonte Há 12 dias, sempre às 20h, Jaqueline Ferreira coloca uma caixa de som em uma das janelas de casa no bairro Maria Goretti, na Região Nordeste de Belo Horizonte. Assim que a música começa, vizinhos a acompanham com as lanternas dos celulares. “Dá um alento. Um conforto. É tão lindo ver as luzinhas iluminado o bairro todo”, disse Maria José de Miranda, de 61 anos. Isolada por causa da pandemia do novo coronavírus, ela fazia uma caminhada pelo quintal quando ouviu a música pela primeira vez. Jaqueline coloca a caixa de som embaixo da janela todos os dias Jaqueline Ferreira/Arquivo pessoal “Eu escutei aquela canção, uma canção religiosa, e fui até o portão. Percebi que minhas vizinhas também estavam lá. Depois rezamos um ‘Pai Nosso’ e uma ‘Ave Maria’. Agora fazemos isso todos os dias’, contou Maria José. Jaqueline e a mãe, Ivone Pacheco, não imaginavam que a ideia pudesse comover o bairro. “Como a gente não está podendo ir à igreja, pensamos em colocar a caixa de som pra poder ter um momento de oração. E era pra ser só uma vez. Pessoal gostou tanto que já tem 12 dias. Uma corrente boa que surgiu aqui”, contou a moradora. Jaqueline e a mãe Ivone tiveram a ideia de colocar músicas religiosas para confortar os vizinhos Jaqueline Ferreira/Arquivo pessoal Depois das músicas e das orações, que duram em média 20 minutos, os vizinhos se cumprimentam de suas janelas. “É bom, né? Pessoal grita, ‘boa noite, vizinho! Boa noite, vizinha!’. Nessa hora é que a gente precisa ter fé. E a fé nos conforta, nos anima. E fazer isso juntos é muito bonito”, disse Maria José.

Vitor Kley, Projota, Dennis DJ, Erikah Baduh, Di Ferrero, Paulo Ricardo, MC Zaac, Lucas Lucco, Humberto Gessinger, Raimundos e outros tocam para fãs em quarentena; veja lista. Xand Avião, Iza, Rodrigo Amarante e Jorge & Matheus fazem lives neste sábado Divulgação A aguardada live de Jorge e Mateus é o destaque do dia de programção mais intensa de transmissões ao vivo de músicos na quarentena até agora. Veja abaixo a lista do G1 com as principais lives deste sábado (4). A programação tem até lives de dois cantores que se recuperaram da Covid-19, Xand Avião e Di Ferrero. No Brasil, continuam as séries de shows de músicos em casa #TamoJunto, #SalaDeCasa, #MúsicaEmCasa e #Ziriguidum. Neste sábado, acontece o Mix Festival Mix Em Casa. Na onda das lives, o bastidor virou o show. Casas de músicos são os palcos possíveis no isolamento para conter o coronavírus. O G1 fez um intensivão de lives e avaliou os desafios deste formato; leia. Veja as lives deste sábado (4): Lucas Lucco - 14h - Link Xand Avião - 16h - Link Dennis DJ - 17h - Link Raimundos - 17h - Link (#TamoJunto) Lagum - 17h30 - Link (Mix Festival Em Casa) Vitor Kley - 18h - Link - (Mix Festival Em Casa) Toni Garrido - 18h30 - Link (#TamoJunto) Projota - 18h30 - Link (Mix Festival Em Casa) Marcelo Falcão - 19h - Link (Mix Festival Em Casa) Boogarins -19h - Link (#TamoJunto) George Henrique e Rodrigo - 19h - Link (#MúsicaEmCasa) Ben Folds - 19h - Link Aíla - 19h - Link - (Sala de Casa Natura Musical) Di Ferrero - 19h30 - Link (Mix Festival Em Casa) Iza - 20h - Link - (Mix Festival Em Casa) MC Zaac - 20h - Link (#MúsicaEmCasa) Jorge e Mateus - 20h - Link Paulo Ricardo - 20h - Link (#TamoJunto) Humberto Gessinger - 20h30 - Link (#TamoJunto) Erikah Badu - 21h - Link Zé Renato - 21h - Link (#ZiriguidumEmCasa) Rodrigo Amarante - 21h30 - Link (#TamoJunto) Diplo - Meia-noite - Link

Bebedeira de Gusttavo Lima, oração com filtros divertidos e choro de Sandy e Junior estão entre momentos marcantes das transmissões ao vivo. Perdeu? O Semana Pop explica. As cenas de 'lives' da quarentena que já estão na história do entretenimento brasileiro Na quarentena causada pelo coronavírus, os shows e outras transmissões ao vivo que acontecem na internet são a saída para se divertir. E, nessa nova realidade, alguns momentos dessas "lives" já entraram para a história do entretenimento brasileiro. O Semana Pop deste sábado (4) explica cinco dessas cenas: A bebedeira ao vivo de Gusttavo Lima Marília Mendonça cantando Pabllo Vittar A oração com filtros divertidos A polêmica doação de Léo Santana Sandy e Junior chorando de saudade O Semana Pop vai ao ar toda semana, com o resumo do tema está bombando no mundo do entretenimento. Pode ser sobre música, cinema, games, internet ou só a treta da semana mesmo. Está disponível em vídeo e podcast. Gusttavo Lima faz show pela web por causa da quarentena e tem mais de 10 milhões de visualizações Reprodução/YouTube do cantor
Bebedeira de Gusttavo Lima, oração com filtros divertidos e choro de Sandy e Junior estão entre momentos marcantes das transmissões ao vivo. Perdeu? Ouça no Semana Pop. Você pode ouvir o Semana pop no G1, no Spotify, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça.

Estudos controlados que incluem exposição deliberada à doença para humanos são uma forma aceitável de acelerar os testes, afirmaram três autores. Material usado na pesquisa de uma vacina para o Covid-19 em Belo Horizonte, em imagem de 26 de março de 2020 Douglas Magno/AFP Um estudo científico publicado no “Journal of Infectious Diseases” no dia 31 de março afirma que o processo de testes para encontrar uma vacina para a Covid-19 precisa ser acelerado – para isso, os autores sugerem expor, propositalmente, os voluntários que aceitem ser inoculados com vacinas em teste ao Sars-Cov-2. Muitas vacinas candidatas a combater o coronavírus estão em desenvolvimento, mas as estimativas para que elas estejam disponíveis são de um 1 a um 1,5 ano ou mais, segundo Nir Eyal, um dos autores que escreveram o estudo. Eyal é diretor do Centro para Bioética Populacional da Universidade Rutgers, nos EUA. Nir Eyal, Nir Eyal, diretor do Centro para Bioética Populacional da Universidade de Rutgers Reprodução “Sugerimos que, dadas as circunstâncias de uma pandemia global devastadora, estudos controlados que incluem exposição deliberada à doença para humanos sejam uma forma aceitável de acelerar os testes e o licenciamento de vacinas eficazes”, afirmaram eles. O tipo de estudo que determina se um medicamento é eficiente para combater uma doença é chamado de ensaio clínico. Uma das fases desse processo, geralmente a mais demorada, é testar em pessoas –uma parte recebe o medicamento, a outra, um placebo (uma substância inócua, que serve para que os pacientes sirvam de base de comparação). Os autores do estudo sugerem fazer essa parte do ensaio de uma maneira diferente. Primeiro, seriam comparadas diferentes vacinas de uma só vez, o que não é tradicional. Haveria diferentes grupos recebendo cada possível vacina e um único que receberia placebo –assim, um único conjunto de pessoas que servem como controle estarão expostas. Logo após inocular a vacina em voluntários, eles seriam expostos ao Sars-Cov-2. “Há uma sugestão que uma porcentagem de nós ficarão infectados em algum momento. Não significa que a doença vai se desenvolver, ou que iremos morrer, mas que teremos o vírus”, afirmou Eyal em conversa com o G1. “Nesse tipo de ensaio, podemos garantir com certeza que esses voluntários serão monitorados frequentemente e, ao primeiro sinal [de doença] eles receberão terapias e acesso a apoio médico.” Eyal não especifica qual seria o ganho de tempo com esse tipo de procedimento, mas ele afirma que seriam “alguns meses”. Há precedentes Expor voluntários em ensaios clínicos já aconteceu antes, mas com doenças como malária e gripe, que não têm o potencial de letalidade da Covid-19. A história da medicina, afirma Eyal, tem exemplos de pessoas que foram expostas a patógenos propositalmente –a diferença é que, nos tempos mais recentes, os próprios voluntários estarão conscientes do processo. Os participantes precisam ser pessoas jovens e saudáveis, para quem os riscos da Covid-19 são mais baixos. Sem receber nada Nos Estados Unidos, é possível pagar a quem se submete a esse tipo de teste. Para Eyal, esse não deveria ser o caso, porque o pagamento pode representar um incentivo para que os participantes escondam pré-condições de saúde que sejam comorbidades –portanto, eles não estariam na categoria de baixo risco. Além de acelerar o período do ensaio clínico, essa forma de conduzir o procedimento também implicaria uma quantidade menor de voluntários, afirmam os pesquisadores. No texto, eles afirmam que o número de vidas poupadas com isso pode ser na casa do milhão. Os autores também argumentam que há outras circunstâncias sociais em que pessoas encaram riscos grandes para salvar vidas: bombeiros e doadores de órgãos que estão vivos, citam. É uma abordagem não-convencional, eles concluem, mas a força do novo coronavírus força a encarar esse tipo de ensaio. Eyal afirma que já recebeu respostas de pessoas que estão dispostas a encarar o risco: “Fomos inundados por mais de cem pedidos de pessoas que querem ser voluntárias”, ele disse –ainda que ele mesmo não conduza os ensaios. Initial plugin text

Sem atendimentos presenciais, acompanhantes de Campinas vendem shows, vídeos e fotos eróticas pela internet. Beatriz, de 20 anos, começou a fazer shows eróticos pela internet após a quarentena em Campinas (SP) Arquivo pessoal Profissionais do sexo estão recorrendo à internet para "compensar" a queda no movimento durante a quarentena para conter o avanço do novo coronavírus. Shows ao vivo, vídeos ou pacotes de fotos eróticas ajudam a manter a renda e, claro, saciar a luxúria de um público isolado por medo da Covid-19. Entre as acompanhantes de Campinas (SP) que seguem oferecendo seus serviços na crise, algumas relatam queda de até 80% na clientela. Há, no entanto, quem opte por se resguardar e evitar o contato tão próximo com medo da doença. Entre as que migraram do mercado do sexo real para o virtual está Beatriz, uma jovem de 20 anos que se diz "novata no ramo" e que viu uma oportunidade em um momento que muito setores estão fechando portas. "Com a crise do coronavírus, tive a certeza de que a pornografia digital iria aumentar muito", diz. A acompanhante relata que com a nova atividade, precisa entre três a quatro videochamadas de 10 minutos cada para obter o mesmo valor que receberia em um programa de uma hora: cerca de R$ 150. "Isso fora o mercado de camgirls", conta. Segundo a jovem, o efeito Covid-19 pode ter mudado os rumos da carreira no mundo da prostituição, e já pensa em focar mais nos atendimentos virtuais do que reais no futuro. Entre os serviços oferecidos na internet estão pacotes de fotos e vídeos, além das videochamadas. "Tem muitas garotas que fazem pacotes de vídeos ou fotos de sexo explícito, tem alguns de nudes, como o pessoal costuma chamar, além de muito fetichismo", explica. "Quanto mais exótico for e se expor, mais retorno vai ter", afirma Beatriz. Beatriz é acompanhante em Campinas (SP) e tem apostado no mundo virtual para compensar perda de clientes com quarentena Arquivo pessoal Foco no virtual Uma acompanhante de 33 anos, que anuncia seus serviços em um site de garotas de programa de luxo, conta que assim como Beatriz, vê potencial nos atendimentos virtuais. "Estou pesquisando sobre vender vídeos fora do Brasil", conta. Há cinco anos no mercado do sexo, realidade que escolheu após ser demitida do antigo emprego, ela conta que não realizou nenhum atendimento presencial na primeira semana da quarentena, mas que alguns clientes já voltaram nesta semana. "Eu fazia uns dois, às vezes três programas por dia. Na primeira semana não fiz nenhum. Agora deu uma melhorada, cliente uma vez por dia", relata. Por telefone, ela conta que cobra R$ 300 a hora por seus serviços - "um valor convencional em Campinas", diz -, e que consegue arrecadar o mesmo com três vídeos por aplicativo de mensagens. Queda de 80% O isolamento social da população pegou em cheio parte da clientela de uma acompanhante de 30 anos, que anuncia em sites de garotas de luxo de cidade. Ela conta que teve uma queda de 80% no movimento nas duas primeiras semanas de quarentena. Sobre os 20% restantes, diz que são os mais corajosos ou menos preocupados em tempos de coronavírus. "Ainda tem os jovens, aqueles que não estão no grupo de risco, não são casados e nem moram com idosos", ressalta. Ela conta que também costuma cobrar R$ 300 a hora por programa presencial, e que consegue o mesmo valor com dois shows no mundo virtual. Sem atender Uma acompanhante de 29 anos disse ao G1 que optou por deixar os atendimentos de lado durante a pandemia. E olha que ela está em "isolamento duplo". Como trabalha no que chama de "emprego convencional", já estava em casa por conta do comércio estar fechado. "Estou sem trabalhar, não pode haver contato. Não está sendo bom", completa. Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Campinas

Táxis de outros municípios estão proibidos de entrar, e ônibus intermunicipais terão de operar com 30% da frota. Acessos secundários serão fechados, e os principais, monitorados. A Prefeitura de Niterói implanta neste sábado (4) o controle de acesso à cidade, a fim de conter a pandemia de coronavírus. São 28 pontos em diferentes bairros da cidade, entre barreiras físicas e blitzes de agentes de trânsito, para restringir quem vem do Rio de Janeiro, São Gonçalo e Maricá. Segundo as determinações, será proibida a circulação de táxis de municípios limítrofes e determinada a redução para 30% de ônibus intermunicipais no Terminal Municipal João Goulart. Os caminhões e transportes de carga não sofrerão restrições para fazer entregas. Bloqueios Mapa mostra os bloqueios em Niterói Infografia: Wagner Magalhães/G1 Na Região Oceânica, a passagem de veículos com checagem será na Avenida Central. A Estrada de Itaipuaçu estará fechada. Em Pendotiba, serão 7 pontos de bloqueio, 6 deles permanentes. A passagem de veículos só será possível através da Estrada Caetano Monteiro. Na RJ-104, o ponto de checagem ficará junto ao trevo de Santa Bárbara. A Zona Norte terá 12 pontos de bloqueio, dois com passagem controlada e 10 com fechamento total. A passagem de veículos nessa região só será permitida no viaduto do Barreto e Dr. March. As ruas Dr. Câmara Coutinho, João Batista, Sá Pinto e Travessa Loureiro Cintra estarão bloqueadas. Os 2 acessos de Venda da Cruz, a Rua da Cruz e as Ruas Capitão Geraldo de Oliveira, Cel. Amarantes e Major Goudin estarão fechadas. Na área do Centro, haverá 6 pontos de bloqueio, sendo dois com checagem de guardas municipais e quatro com bloqueio total. Nessa região haverá um ponto de checagem na Avenida Feliciano Sodré, junto à Praça Renascença, e na alça de descida da Ponte Rio-Niterói para a Alameda São Boaventura. Não será possível acessar a Avenida Jansem de Melo para quem vem da Ponte, pois a rampa de descida estará bloqueada. Novas rotas Para evitar que moradores da Ilha da Conceição tenham que passar pelos pontos de bloqueio, a Rua Benjamin Constant passará a funcionar em mão dupla entre o viaduto do Santana e o Ponto Cem Réis e a pista da Feliciano Sodré será invertida no sentido Alameda também no Ponto Cem Réis. Os ônibus com destino à Alameda seguirão pelas ruas Marechal Deodoro e São Sebastião. Os ônibus com destino à Estrada do Contorno, seguirão pela Marechal Deodoro e Jansem de Melo. Todos os pontos de bloqueio serão devidamente sinalizados. Nos locais de fechamento total serão usados blocos de concreto para impedir a passagem de veículos. A operação dos pontos de bloqueio vai envolver um efetivo de 200 agentes da NitTrans e da Guarda Municipal. Medidas graduais, diz prefeito O prefeito foi entrevistado durante o Bom Dia Rio desta quinta. Ele afirmou que as medidas mais restritivas poderão ser implementadas de forma gradual. "A partir do dia 4 até o dia 18 de abril, vamos ter essas medidas de restrição, reduzindo ônibus intermunicipais, vans legalizadas pelo Detro e táxis. E aí vamos observando o ciclo de epidemia em Niterói e nos municípios vizinhos para manter a curva de contaminação achatada". Initial plugin text

O Assunto é o podcast diário com Renata Lo Prete. Perdeu algum nesta semana? Aproveite o fim de semana para maratonar todos os episódios. Você pode ouvir O Assunto no G1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts, no Apple Podcasts, no Deezer ou no aplicativo de sua preferência. Assine ou siga O Assunto, para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar. O Assunto é publicado de segunda a sexta-feira, mas você pode aproveitar o fim de semana para ouvir todos os episódios: #153 - Separados pela quarentena O historiador Boris Fausto e o filho Sérgio Fausto contam a rotina no isolamento #154: Saúde x economia, o falso dilema do que salvar Salvar o sistema de saúde ou a economia, existe mesmo um dilema? #155: Vai faltar leito de UTI? Um retrato da distribuição de leitos de UTI no país #156: O relato de quem trata de pacientes Enfermeira, médico e residente contam como é tratar quem tem coronavírus #157: A lentidão do governo para socorrer trabalhadores A demora do governo para socorrer trabalhadores na crise do coronavírus O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Luiz Felipe Silva, Isabel Seta, Gessyca Rocha, Giovanni Reginato, Thiago Kaczuroski e Vivian Souza. Nesta semana participou também: Gabriela Sarmento. Apresentação: Renata Lo Prete. O Assunto O que são podcasts? Um podcast é como se fosse um programa de rádio, mas não é: em vez de ter uma hora certa para ir ao ar, pode ser ouvido quando e onde a gente quiser. E em vez de sintonizar numa estação de rádio, a gente acha na internet. De graça. Dá para escutar num site, numa plataforma de música ou num aplicativo só de podcast no celular, para ir ouvindo quando a gente preferir: no trânsito, lavando louça, na praia, na academia... Os podcasts podem ser temáticos, contar uma história única, trazer debates ou simplesmente conversas sobre os mais diversos assuntos. É possível ouvir episódios avulsos ou assinar um podcast – de graça – e, assim, ser avisado sempre que um novo episódio for publicado.

Veja perguntas e respostas sobre o pico da pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus que já teve mais de 1 milhão de casos ao redor do mundo. 3 de abril: agente de saúde em equipamento protetor tira amostra de paciente possivelmente infectado com Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, em Turku, na Finlândia. Roni Lehti / Lehtikuva / AFP Com mais de 1 milhão de casos de Covid-19 ao redor do mundo, as perguntas sobre quando a doença atingirá seu pico no Brasil se tornam cada vez mais comuns. Com mais de 9 mil casos confirmados da infecção até sexta-feira (3), o que os especialistas dizem sobre o cenário futurno no país? Além disso, é possível dizer que alguns países já passaram pelo pior? Pode haver uma nova onda de casos na China? O isolamento pode influenciar o ritmo e o pico da pandemia? Entenda, abaixo, o que se sabe até agora sobre essas e outras perguntas: Quando a doença atingirá o pico no Brasil? Segundo previsão feita pelo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a infecção pela doença deve disparar neste mês e continuar crescendo até junho, quando essa curva deve começar a desacelerar. O secretário-executivo da pasta, João Gabbardo, também previu que o país terá "dias difíceis" em abril. Mas determinar de forma exata quando a pandemia atingirá o ápice no país não é tão fácil, afirmam especialistas ouvidos pelo G1. Isso ocorre por vários fatores. Um deles é a demora para os resultados dos testes. Só o Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, tem 16 mil amostras na fila de análise para Covid. "Na hora que o exame é colocado na linha do tempo, ele precisa ser colocado na data que foi coletado", explica o epidemiologista Paulo Lotufo, da Faculdade de Medicina da USP. Caso contrário, explica o professor, pode se ter a falsa impressão de que um grande número de casos novos ocorreu em um dia quando, na verdade, os resultados se referem a exames que estavam aguardando há mais tempo, 10 ou 15 dias, na fila. Essa demora nos testes faz com que a "decolagem" dos números ainda não tenha sido percebida, explica o físico Vitor Sudbrack, do Instituto de Física Teórica da Unesp, apesar de o Brasil viver, hoje, a fase de crescimento exponencial da Covid-19, representado pelo crescimento vertiginoso do número de novos casos de infecção. (Entenda mais aqui). E os testes não são os únicos que demoram: as notificações de óbitos por Covid-19 e de internações também estão levando tempo para serem computadas. Dados da Fiocruz divulgados na quarta (1º) apontaram uma queda no ritmo de crescimento de internações por problemas respiratórios no Brasil. Mas o cientista Marcelo Gomes, que coordena a pesquisa da fundação, explica que, pela demora em colocar essas informações nos bancos de dados ao redor do país, só se poderá ter uma melhor noção dessa queda na semana que vem. Existe, ainda, um terceiro ponto: as regiões brasileiras enfrentarão os picos da doença em momentos diferentes. Primeiro, explica Paulo Lotufo, serão São Paulo e Rio de Janeiro, que registraram os primeiros casos e têm maior número de infecções. Depois, segundo relatório divulgado pela Fiocruz em de março, correm risco os centros urbanos de Brasília, Recife, Salvador, e, então, a região litorânea entre Porto Alegre e Salvador e várias microrregiões de Paraíba, Ceará e Pernambuco. Outras áreas com risco alto são as microrregiões no entorno de Cuiabá, Goiânia e Foz do Iguaçu, no Paraná, de acordo com o relatório. "Isso se não acontecer uma imensa bobagem, que é: São Paulo se resolve, por exemplo, e aí você abre as fronteiras [para outros estados] – todo mundo pode vir para cá", ressalva Lotufo. "Isso aconteceu na China, Hong Kong, outros lugares. Aí você volta com os infectados", diz o epidemiologista, que prefere não fazer previsões para um pico da pandemia no Brasil. "Tem um monte de gente que fala com muita certeza quando vai ser o pico. Eu não ouso falar, até porque não é um experimento natural, observacional – muito pelo contrário: está sendo feita uma baita intervenção, com o isolamento. Há um paradoxo: quanto mais efetiva for a nossa ação, nós vamos tender a prolongar um pouco mais – esse pico vai demorar mais", explica Lotufo. Mas, alerta Lotufo, se as medidas tiverem efeito, esse pico pode nem chegar a existir. "Talvez não tenha um pico, tenha um platô – aquela coisa que vai achatando e depois caindo, não vai ter uma espícula", pondera o epidemiologista. As medidas de isolamento vão atrasar o pico da pandemia no Brasil? Os especialistas ouvidos pelo G1 foram unânimes em dizer que as medidas de isolamento social podem interferir na disseminação do vírus no país. E esse efeito pode significar duas coisas: que o pico da pandemia no país pode ser adiado, dando mais tempo ao sistema de saúde para se preparar e atender mais pessoas; que esse pico pode não ser tão alto quanto seria se as medidas de isolamento fossem suspensas e as atividades no país fossem retomadas normalmente. "Acho que [o isolamento] já é consenso de toda a comunidade científica – acho que quem está discordando disso é quem não está enxergando e olhando para todas as variáveis", pondera Diógenes Justo, matemático e mestre em economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e professor na Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), em São Paulo. SÃO PAULO - Um homem caminha por uma rua comercial vazia no centro de São Paulo nesta terça-feira (24) depois que o governo da cidade decretou o fechamento de lojas como medida de precaução contra a disseminação do novo coronavírus Nelson Almeida/AFP O professor é parte de uma equipe de pesquisadores voluntários, de várias universidades e empresas no Brasil e no exterior, que criou um monitoramento para tentar prever quando será o colapso do sistema de saúde de São Paulo, levando em conta as medidas de isolamento e os leitos de UTI disponíveis na cidade. Eles montaram quatro possíveis cenários: no primeiro, com nenhuma intervenção para isolamento, o sistema de saúde entraria em colapso no dia 23 de abril; no segundo, com redução de 25% do contato social, o colapso seria em 1º de maio; no terceiro, com redução do contato social à metade, o colapso seria adiado para 17 de maio; no quarto, com redução de 65% do contato social, o colapso só ocorreria em 17 de junho. Os especialistas escolheram estudar a capital paulista por ser a que tem maior número de casos e a maior quantidade de dados, mas também pretendem estender o monitoramento para outras capitais brasileiras, como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Fortaleza. 24 de março: Avenida vazia em São Paulo, que está em quarentena REUTERS/Amanda Perobelli "Se a gente empurrar [o pico da pandemia] para a frente, não estamos dizendo que vão ser os mesmos infectados, só que ao longo do tempo. A gente está falando, também, que, [se as medidas de isolamento forem suspensas], vai ter um número maior de infectados", explica Justo. Coronavírus: países europeus prolongam medidas de distanciamento social Nos cenários avaliados pelos pesquisadores, mesmo com o número maior de leitos anunciados pelo governo, o sistema de saúde em São Paulo não conseguiria acompanhar a velocidade de novas infecções. Os especialistas destacam que as previsões vão mudando conforme as novas medidas adotadas e elas não indicam que o isolamento deve ser suspenso. "Não é um argumento para a imunidade de rebanho – primeiro, porque a gente vai ter um colapso muito mais cedo. Tendo um colapso muito mais cedo, não teve nem a chance de acionar mais mil, 2 mil leitos que sejam. A gente está falando de mil, duas mil vidas", lembra Justo. O Hospital de Campanha H.M Camp, no Pacaembu, será uma unidade de portas fechadas para pacientes transferidos da rede municipal da saúde TV Globo/Divulgação A chamada "imunidade de rebanho" é a proteção indireta de uma doença infectocontagiosa que ocorre quando uma população se torna imune a uma doença ou por vacinação ou por já ter sido contaminada com ela. Uma vez que ela tenha sido estabelecida por um tempo, a capacidade da doença de se espalhar é diminuída. "Se a gente deixa tudo liberado, deixa infectar e fazemos essa imunidade de rebanho, o colapso vai ser muito maior e o sistema vai demorar muito mais tempo para se reerguer. A questão do colapso é qual o grau desse colapso", explica João Visoci, que também integra a equipe do monitoramento e é Ph.D. em Psicologia Social pela PUC-SP e professor na Universidade Duke, nos Estados Unidos. "O nosso cenário tenta chegar a 65% de controle da transmissão – mas pode haver um cenário maior, com mais restrição, e que potencialmente diminua isso. Se a gente achata isso, dá fôlego pro sistema, o tamanho desse colapso e o tamanho do problema podem ser muito menores, e [podemos] dar mais habilidade para o sistema de se reaver", avalia Visoci. Ele também lembra que outras partes do Brasil podem ter cenários completamente diferentes dos de São Paulo. "Existe uma chance de o Brasil não colapsar tanto assim se aprender com o que está acontecendo fora do país, se levar em consideração esses monitoramentos e tentar diminuir o impacto que isso vai ter a longo prazo. Daqui a pouco, outras partes do país podem tentar absorver o impacto do que está acontecendo em São Paulo – mas só se tiver um certo movimento do país enquanto entidade, e não simplesmente ações individuais", pondera Visoci. Sem isolamento e ações contra a Covid-19, Brasil pode ter até 1 milhão de mortes na pandemia, diz estudo Mas, lembra Paulo Lotufo, da USP, ainda há um outro fator em jogo: a proporção de leitos de UTI nos setores público e privado e a quantidade de pessoas que têm ou não planos de saúde variam ao redor do país. "A proporção de leitos do SUS é maior em São Paulo, a população com plano de saúde é maior. Em outros lugares, é uma desproporção muito grande. Vai ser mais uma briga", prevê Lotufo. Mostrando essa disparidade regional, levantamento feito pelo G1 constatou que, em 861 cidades brasileiras, há apenas um ventilador mecânico disponível. Cinco capitais – São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Recife – concentram 26% dos respiradores do Brasil. Já em outros lugares, como o Amapá, a quantidade de habitantes por respirador passa dos 9 mil. Quais países já passaram pelo pior? 31 de março: agente desinfecta Praça do Domo, em Milão, contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Na data, o governo italiano anunciou que havia atingido o pico da pandemia no país. Piero Cruciatti / AFP Na quarta-feira (31), o governo italiano anunciou que o país havia atingido o pico das infecções. Nesta sexta (3), a Itália tinha quase 14,7 mil mortes pela Covid-19, segundo dados da agência de proteção civil italiana. Na Espanha, o ministro da Saúde, Salvador Illa, disse na semana passada que aquela seria uma semana difícil, na qual o país poderia chegar ao pico da pandemia. A Espanha registrou pelo menos dois recordes diários de mortes em dois dias da semana passada, com mais de 10,9 mil mortes até esta sexta-feira. "Chegar ao pico da epidemia não significa resolver o problema. A segunda etapa é dobrar a curva [de transmissão] e a terceira, vencer o vírus. Pedimos que sigam cumprindo o conjunto de medidas, que são das mais restritas da Europa", pediu Illa, no dia 23 de março, segundo o jornal espanhol "El País". Nos Estados Unidos, que têm mais de 6,9 mil mortes registradas, o estado de Nova York, o mais atingido, se prepara para um pico de casos até o começo de maio, segundo o governador, Andrew Cuomo. Autoridades da cidade de Nova York afirmam estar a dias de um "Dia D", quando os hospitais não terão mais capacidade de responder à pandemia. Na quarta-feira (1º), o principal especialista de Trump para Covid-19, Anthony Fauci, disse que o país poderia afrouxar as medidas de distanciamento social quando não registrasse mais nem novos casos, nem novas mortes, mas que o verdadeiro "ponto de virada" só viria com uma vacina. No Reino Unido, o governo declarou nesta sexta (3) que ainda é "cedo para dizer" quando o país terá seu pico de infecções. Segundo monitoramento da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, 3.611 mortes haviam sido registradas em solo britânico. Na China, o governo anunciou no dia 11 de março que o país já havia passado do pico da pandemia. Os maiores números de novas infecções em solo chinês foram registrados entre o fim de janeiro e o começo de março. É possível haver uma nova onda de casos na China? 31 de março: na foto, integrante de uma equipe médica de combate à Covid-19 em Wuhan, na província de Hubei, epicentro da doença na China, é recebida pela filha na volta para casa em Huaian, na província de Jiangsu. STR / AFP As autoridades do país temem que sim. Nesta sexta (3), autoridades de Wuhan, cidade chinesa onde os primeiros casos de Covid-19 foram registrados, pediram que as pessoas continuem vigilantes e evitem sair de casa. A cidade se prepara, aos poucos, para suspender as medidas de isolamento que proibiam que os moradores saíssem de casa desde 23 de janeiro. A preocupação do governo chinês, agora, também é com a transmissão da doença por pacientes sem sintomas (veja vídeo). Estudos apontam que essas pessoas podem ser responsáveis por até 60% das transmissões. China se preocupa com segunda onda de contágios por doentes assintomáticos Em Hubei, província onde fica Wuhan, parte do comércio e dos transportes já está funcionando, mas, na província vizinha, Henan, os 600 mil habitantes do município de Jia foram isolados pela segunda vez. Só lá, o governo investiga pelo menos dez casos de doentes assintomáticos. Outra preocupação é com a chegada de pessoas infectadas de fora do país. Na quinta-feira (2), a China confirmou 35 novos casos da doença, todos de pessoas que chegaram de fora. Esse receio, como mostrou a reportagem do JN, afeta cidades como Xangai, centro financeiro chinês onde vivem mais de 160 mil estrangeiros. Para evitar os casos importados, atrações turísticas fecharam de novo. Elas tinham sido abertas no meio de março. Na semana passada, a China já havia proibido a entrada de estrangeiros na tentativa de evitar uma segunda onda de contaminação. Initial plugin text CORONAVÍRUS×

Mark McGowan recebeu mensagem de menina preocupada com restrições causadas por coronavírus. Político gravou vídeo mostrando assinatura do documento abrindo exceção para viajante ilustre e tranquilizou crianças. Primeiro-ministro da Austrália Ocidental, Mark McGowan, exibe autorização para que Coelho da Páscoa entre no país Reprodução/Twitter/Mark McGowan O primeiro-ministro da Austrália Ocidental, Mark McGowan, anunciou a emissão de uma autorização especial para que o coelho da Páscoa possa quebrar as regras de quarentena impostas por causa do coronavírus e circular pelo estado – que ocupa um terço do território australiano – para fazer suas entregas. Em um vídeo, McGowan explica que recebeu uma carta de uma garotinha de nove anos, chamada Taylah, preocupada em saber como ficaria a situação no final da próxima semana, já que o coelhinho não poderia entrar no país. “Por favor coloque isso no noticiário quando você tiver uma resposta. Eu realmente gostaria que o Coelho da Páscoa pudesse vir porque eu realmente gosto da Páscoa e da caça aos ovos”, escreveu Taylah. O político então providenciou o que chamou de uma “eggs-emption”, um trocadilho em inglês com a palavra “exemption” (exceção) e mostrou até mesmo um documento assinado, autorizando a circulação do coelho. Além disso, gravou o vídeo abaixo (assista em inglês) Initial plugin text “Vocês provavelmente perceberam que as coisas andam diferentes nas últimas semanas”, diz ele em um trecho. “Não vai ser assim para sempre, mas no momento é difícil para as pessoas viajarem por aí. Então eu tenho uma atualização muito importante”. “Trabalhamos muito duro e estou muito feliz em anunciar que acabo de assinar uma exceção especial para o Coelho da Páscoa. Isso significa que ele pode vir à Austrália Ocidental e visitar toda sua família e seus amigos no próximo final de semana”, diz ainda. “Todos nós sabemos o quanto isso é importante. Desejo uma feliz Páscoa e, como sempre, garantam que vão ouvir seus pais e não comam muito chocolate”, encerra. Initial plugin text
Ao todo, serão ouvidas mais de 40 testemunhas listadas pela defesa do ex-presidente. Ação apura se Lula atuou para BNDES favorecer Odebrecht; defesa nega acusação. O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, marcou para maio os depoimentos de testemunhas em uma ação penal que apura se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais dez pessoas atuaram para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) favorecesse a Odebrecht. Ao todo, mais de 40 testemunhas listadas pela defesa de Lula serão ouvidas, por videoconferência, entre 26 de maio e 8 e junho. Entre os depoentes estão o ex-ministro Miguel Jorge e os assessores de Lula Paulo Okamotto e Clara Ant. A defesa do ex-presidente afirma que Lula não cometeu crime e que a acusação contra ele é "frívola e sem qualquer base real". "O ex-presidente Lula não praticou qualquer crime e essa acusação, tal como as demais, é frívola e sem qualquer base real. As próprias testemunhas arroladas pelo Ministério Público, como o colaborador Marcelo Odebrecht, afirmaram serem injustas as acusações contra Lula. As testemunhas de defesa certamente reforçarão esse cenário, que deverá levar à absolvição do ex-presidente", afirmou o advogado Cristiano Zanin. Lula, o sobrinho da primeira mulher dele, Taiguara dos Santos, o empresário Marcelo Odebrecht e outros réus são acusados pelo Ministério Público Federal do Distrito Federal de crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de influência. As irregularidades foram investigadas a partir da Operação Janus, da Polícia Federal. Na denúncia oferecida contra Lula, o Ministério Público Federal afirma que o ex-presidente atuou junto ao BNDES "e outros órgãos de Brasília" para favorecer a construtora Odebrecht em empréstimos para obras de engenharia em Angola. Em retribuição, diz o MPF, a empreiteira pagou aos envolvidos valores que chegam a R$ 30 milhões. Ainda conforme a denúncia, a participação de Lula ocorreu em duas fases. Na primeira, entre 2008 e 2010, quando ainda era presidente, os investigadores dizem que Lula praticou corrupção passiva. Na segunda, entre 2011 e 2015, já sem mandato, Lula teria cometido tráfico de influência.

Leia seleção de reportagens publicadas no G1 com as notícias mais lidas de 30 de março a 3 de abril. Leia seleção de reportagens publicadas no G1 com as notícias mais lidas de 30 de março a 3 de abril. 30/3 Facebook e Instagram removem vídeo publicado por Bolsonaro Coronavírus: Senado aprova projeto que prevê R$ 600 mensais a trabalhadores informais Facebook e Instagram removem vídeo de Jair Bolsonaro por violação de regras Um dia após passeio de Bolsonaro, Mandetta defende 'máximo grau de distanciamento social' durante surto do coronavírus Imprensa internacional repercute postura de Bolsonaro diante da pandemia de coronavírus Mais de 500 pessoas morrem em um dia nos EUA de Covid-19; total de óbitos no país chega a 3.000 Mandetta defende manter ‘máximo grau de isolamento social’ 31/3 Aviões de passageiros da Delta são vistos estacionados devido à redução no número de voos para retardar a propagação da doença por coronavírus (COVID-19) no Aeroporto Internacional de Birmingham, nos EUA, em 25 de março Elijah Nouvelage/Reuters O mundo em pausa; FOTOS Em pronunciamento na TV, Bolsonaro muda o tom e não critica o isolamento social OMS nega ter sido contra medidas de isolamento social; Tedros Ghebreyesus diz que cobrou políticas sociais para atender quem perdeu renda por causa do combate ao coronavírus Números da Covid-19 no país podem ser maiores porque quantidade de testes é insuficiente Felipe Prior é eliminado do 'BBB20' com 56,73% dos votos Felipe Prior no 'BBB20' Reprodução/Globo 1°/4 Governo detalha proposta que autoriza empresas a reduzir salários e jornada de trabalho Redução de jornada com redução de salário pode ser de até 70% e durar até três meses Bolsonaro sanciona com vetos auxílio de R$ 600 mensais a trabalhadores informais Coronavírus faz Receita adiar para 30 de junho prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda Mandetta muda orientação: 'Qualquer um pode fazer sua máscara' De 'histeria' a 'salvar vidas': crise se agrava e Bolsonaro muda o tom frases do bolsonaro Reprodução 2/4 Máscaras caseiras recomendadas por Mandetta precisam seguir série de orientações Como ficam os salários com a redução de jornada? Veja simulações Ministério da Saúde divulga manual para fazer máscara caseira EUA têm recorde mundial de mortos por Covid-19 em um dia, com 1.169 Investigação aponta que 1ª morte por coronavírus no Brasil ocorreu em janeiro, diz ministério 'A gente está se bicando há algum tempo', diz Bolsonaro sobre Mandetta O presidente Jair Bolsonaro e o ministro Luiz Henrique Mandetta Adriano Machado / Reuters 3/4 Paulo Guedes dá entrevista em Brasília nesta sexta (3) Reprodução / GloboNews Governo vai usar aplicativo para cadastrar informais que têm direito a auxílio de R$ 600 'Médico não abandona o paciente', diz Mandetta ao ser questionado se deixará o cargo Ex-BBB Felipe Prior é acusado de estuprar duas mulheres e de tentar estuprar outra; ele nega 'Happy hour virtual' com amigos ou colegas do trabalho é alternativa para os brasileiros em quarentena Amor na quarentena: 'Não acreditei, mas é verdade', diz jovem pedida em casamento em BH com projeção no Edifício JK Em isolamento social, casal fica noivo com projeção em prédio no Centro de BH Reprodução / TV Globo

Família Kennedy é marcada pela tragédia. Maeve Kennedy Townsend McKean e família, incluindo seu filho Gideon Joseph Kennedy McKean, no canto inferior direito Twiiter / via AP Photo Maeve Kennedy Townsend McKean, de 40 anos, e o filho dela, Gideon Joseph Kennedy McKean, 8, desapareceram após saírem em uma canoa em Chesapeake Bay, nos Estados Unidos. Eles são, respectivamente, neta e bisneto de Robert F. Kennedy, que foi procurador-geral dos EUA e irmão do ex-presidente John F. Kennedy. As informações são do jornal The Washington Post desta sexta-feira (3). O marido de Maeve, David McKean, relatou que eles “foram mais longe do que sabiam lidar e não conseguiam retornar”. Segundo ele, foi um dia de muitos ventos e em que a correnteza estava mais forte que o habitual. O caso aconteceu na quinta (2) em Chesapeake Bay, em um local próximo da casa de Maeve, em Shady Side, litoral do estado de Maryland. Equipes de busca com barcos e helicópteros estão em ação no local. Uma canoa com característica semelhante a que era usada por mãe e filho foi localizada. Maeve é diretora-executiva de saúde da Universidade de Georgetown. Gideon Joseph Kennedy McKean em imagem publicada em rede social pela mãe, Maeve Twitter / via AP Photo Maeve Kennedy Townsend McKean e filhos Reprodução / Facebook Família marcada pela tragédia A família Kennedy é marcada pela tragédia. O avô Robert F. Kennedy foi morto a tiros meio século atrás, na noite em que comemorou vitória do Partido Democrata na Califórnia para as eleições presidenciais de 1968. Cinco anos antes, o irmão mais velho de Robert, o presidente John Fitzgerald Kennedy, havia sido assassinado em Dallas, Texas. O irmão mais velho de ambos, Joseph Kennedy, morreu em 1944 durante a Segunda Guerra Mundial. Uma irmã, Kathleen, morreu quando um avião caiu na França em 1948. Em 1984, David Kennedy, filho de Robert, morreu de overdose de drogas e, em 1997, outro de seus filhos, Michael, morreu em um acidente enquanto esquiava. Em 1999, John Kennedy Jr, filho do presidente assassinado, sua esposa, Carolyn, e sua cunhada morreram quando o avião em que estavam viajando ao largo da costa de Martha's Vineyard (Massachusetts) caiu. Em 2011, a esposa de Robert Kennedy Jr (filho de Robert F. Kennedy), Mary Richardson, cometeu suicídio. Em 2019, outra neta de Robert F. Kennedy, Saoirse Kennedy Hill, morreu aos 22 anos como resultado de uma overdose acidental de drogas.

Sirenes foram acionadas às 10h (23h em Brasília) e, de imediato, as pessoas pararam nas ruas, enquanto trens, automóveis e navios soavam suas buzinas ou apitos. Um grupo de pessoas faz uma pausa perto da Praça da Paz Celestial, em Pequim, para em homenagem aos mortos pelo novo coronavírus Andy Wong / AP Photo A China parou na manhã deste sábado (4) para homenagear os mortos na epidemia de Covid-19, dedicando três minutos em memória das vítimas. Sirenes foram acionadas às 10h (23h em Brasília) e, de imediato, as pessoas pararam nas ruas, enquanto trens, automóveis e navios soavam suas buzinas ou apitos para recordar as 3.326 vítimas da epidemia no país. Na cidade de Wuhan, onde o coronavírus surgiu no final de 2019, o pessoal do Hospital Tongji se colocou na parte externa, todos com as cabeças inclinadas em direção ao prédio principal, alguns ainda com os trajes de proteção, que se tornou um símbolo da crise em todo o mundo. "Sinto muita pena por nossos colegas e pacientes que morreram", disse Xu, enfermeira do hospital de Tongji que trabalhou na linha de frente do tratamento de pacientes com coronavírus. "Espero que possam descansar em paz no céu". A TV estatal mostrou o presidente chinês, Xi Jinping, e outros altos funcionários de pé diante de um complexo do governo em Pequim, com flores brancas. Na Praça Tiananmen de Pequim a bandeira nacional estava a meio pau. As composições do metrô de Pequim também pararam, e os passageiros ficaram de pé e em silêncio durante os três minutos em sinal de respeito.
No local, no entanto, não há confinamento: animais selvagens como elefantes e leões se movimentam livres pela vasta selva africana. Confira! Globo Repórter - 03/04/2020 Já pensou em acompanhar um reality show da vida selvagem? Câmeras por todos os lados, registram cada passo dos personagens, mas não há confinamento: eles se movimentam livres, na vasta selva africana. Elefantes, leões, leopardos, babuinos... No Globo Repórter desta sexta-feira (3), você reviu a jornada destes gigantes da natureza no Parque Seringueti, uma reserva natural ao norte da Tanzânia e sudoeste do Quênia. Equipes de TV usaram drones, robôs, equipamentos escondidos até em tocos de árvores, e flagraram cenas inacreditáveis. Animais foram seguidos em longas viagens e ganharam nomes, para facilitar a identificação. Todo este trabalho está reunido na primeira história dramatizada da vida selvagem, contada em capítulos, como numa novela. A série documental Seregueti é uma produção da rede inglesa BBC, apresentada com exclusividade na TV aberta do Brasil pelo Globo Repórter.

Prisão ocorreu após denúncia anônima afirmando que uma residência no bairro Perpétuo Socorro. Trio é preso com 10kg de maconha em Bragança no Pará. Reprodução Três pessoas, entre elas um idoso, foram presos pela Polícia Militar em Bragança, nordeste do Pará, suspeitos de tráfico de drogas. Cerca de 10kg de maconha prensada foram apreendidos. Segundo a PM, a prisão ocorreu após denúncia anônima afirmando que uma residência no bairro Perpétuo Socorro funcionava como ponto de tráfico. Ao chegar no local, os policiais encontraram os entorpecentes divididos em vários pacotes, que estavam em um saco nos fundos da casa. O trio e a droga foram conduzidos até a delegacia de Bragança, onde o caso foi registrado.

Apostas podem ser feitas até 19h do dia do sorteio em lotéricas ou pela internet. Valor da aposta mínima é de R$ 4,50. Aposta única da Mega-Sena custa R$ 4,50 e apostas podem ser feitas até às 19h Marcelo Brandt/G1 O concurso 2.249 pode pagar um prêmio de R$ 1,8 milhão para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre nesta sábado (4) em São Paulo (SP). A aposta mínima custa R$ 4,50. Para apostar na Mega-Sena As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

A vítima foi levada ainda com vida ao hospital Instituto Dr. José Frota. Motorista perdeu o controle do veículo ao ser atingido por três tiros, em Fortaleza. Rafaela Duarte/Sistema Verdes Mares Um motorista de aplicativo foi atingido por três tiros em tentativa de assalto no Bairro Cajazeiras, em Fortaleza, na noite desta sexta-feira (3). Ao tentar fugir dos assaltantes, ele perdeu o controle do veículo e acabou derrubando o portão e invadindo uma casa. Segundo policiais do 19º Batalhão, que atenderam a ocorrência, o motorista foi perseguido por três homens, em duas motos. Depois de ser atingido, colidiu ainda em outro carro antes de entrar bruscamente na casa atingida, na Rua Tito de Barros. Todos os moradores estavam no andar superior da casa e ninguém foi atingido. Foi necessário chamar o Corpo de Bombeiros para resgatar o homem. Ele foi levado ainda consciente para o hospital Instituto Dr. José Frota (IJF). A polícia procura localizar e prender os responsáveis pelo crime.
Pedido foi enviado à Alepa e deve ser votado na próxima segunda. Projeto de lei pede pagamento de tarifa de energia elétrica de consumidores de baixa renda Um projeto de lei do governo estadual pede autorização para pagamento da tarifa de energia elétrica de consumidores de baixa renda no Pará. De acordo com o pedido, o pagamento pode durar o período de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. O pedido foi enviado nesta sexta à Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) e deve ser votado na próxima segunda, em reunião extraordinária. Se aprovada, a medida já deve valer para este mês de abril. Segundo o governo, a medida deve atender 350 mil consumidores e deve custar R$13 milhões. O recurso, ainda de acordo com o governo, viria com abertura de crédito especial no orçamento fiscal. O benefício vale para paraenses que tenham Cadastro Social e consumam até 100 kilowatt (kW), por mês. Suspensão de cortes de água e luz O governo estadual também já havia articulado junto às empresas responsáveis pelo fornecimento de água e energia elétrica a suspensão de cortes dos serviços por falta de pagamento por período de 90 dias. Initial plugin text
O advogado Paulo Bentes teve a doença confirmada no dia 18 de março. Ele e a família estão isolados em casa. Veja o relato em vídeo. Primeiro paciente infectado pelo novo coronavírus no Pará já está recuperado O advogado Paulo Bentes, primeiro paciente confirmado no Pará da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, já está recuperado. Em vídeo, ele comentou pela primeira vez publicamente sobre os dias de confinamento após ser diagnosticado no último dia 18 de março. Nesta sexta, o estado já registra 75 casos confirmados. "Recebi e ainda recebo centenas de mensagens de apoio e orações. Permaneço isolado no meu quarto e não transmiti o vírus para a família, nem colegas de trabalho, nem amigos", contou. Segundo o advogado que é morador de Belém, a gerência do prédio onde mora flexibilizou entregas no apartamento, assim como dos demais vizinhos. Ele disse, ainda, que apresentou sintomas leves e não apresentou falta de ar. "Os sintomas acabaram antes mesmo da alta hospitalar, que foi uma precaução pois não tive em momento algum falta de ar". Com as medidas de isolamento, Bentes disse que continua trabalhando em casa e que os filhos estão tendo aulas on-line. Todos permanecendo em casa. "Acreditamos em Deus que essa pandemia vai passar logo", afirmou. Initial plugin text
O governo federal anunciou que o trabalhador informal vai poder pedir a ajuda de R$ 600 a partir de terça-feira (7) e que os primeiros pagamentos vão sair antes da Páscoa. Aplicativo vai cadastrar trabalhadores informais com direito à ajuda de R$ 600 por mês O governo federal anunciou nesta sexta-feira (3) que vai disponibilizar a partir de terça-feira (7) um aplicativo para o trabalhador informal não cadastrado pedir a ajuda emergencial de R$ 600. Segundo o governo, os primeiros pagamentos vão sair ainda na semana que vem. O ministro da Cidadania disse que o Cadastro Único de Programas Sociais, CadÚnico, tem 75 milhões de pessoas inscritas. Onyx Lorenzoni calcula que ainda será preciso cadastrar outras 15 a 20 milhões de pessoas que estão na informalidade. O calendário apresentado pelo governo dividiu o pagamento em três etapas. No primeiro grupo, estão os trabalhadores que já estão no CadÚnico. A expectativa é de que eles comecem a receber o dinheiro na semana que vem. O governo ainda vai divulgar o calendário. O segundo grupo é formado pelos informais que não estão no CadÚnico, os contribuintes individuais do INSS e o microempreendedor individual (MEI). Eles terão que baixar um aplicativo no celular a partir de terça-feira (7) para preencher um formulário de inscrição. O cadastro também poderá ser feito por telefone - por um número que ainda vai ser divulgado - e por meio de um site, que também está em desenvolvimento. Concluído o cadastro, estarão aptos a receber o dinheiro em 48 horas. “A partir de terça-feira de manhã, as pessoas vão poder baixar esse aplicativo no seu celular, ele vai ser super simplificado, não vai trazer nenhuma taxa e nenhum ônus às pessoas, e vai permitir que ou pela web, pela internet, ou através do seu celular, as pessoas possam então fazer o seu cadastramento para permitir que em torno de 48 horas posterior a esse cadastramento, aqueles que cumprirem todos os requisitos que a lei nos exige a acompanhar, esse recurso estará creditado pela Caixa, pelo Banco do Brasil ou na rede bancária privada, ou então haverá uma autorização de saque que pode ser processado nas lotéricas e nós pretendemos tecnologicamente evoluir também para os caixas eletrônicos, nós já teremos condição muito provavelmente de começar os depósitos em contas ainda antes do feriado da Páscoa”, disse Onyx Lorenzoni. Nesta sexta-feira, o Ministério da Cidadania tirou do ar o site de consulta ao CadÚnico. Desde quarta-feira (1), a página estava instável por causa do excesso de procura. O ministro disse que os problemas devem ser resolvidos até segunda-feira (6). O terceiro grupo é formado por beneficiários do Bolsa Família. O governo decidiu manter o pagamento deles na data prevista antes da crise, 16 de abril. O dinheiro será depositado como normalmente é feito. São 14,3 milhões famílias. Mas, segundo o governo, dois milhões de famílias já recebem mais do que o auxílio e, portanto, vão continuar com o mesmo valor do mês passado. Outras 12 milhões de famílias vão receber entre R$ 600, R$ 1.200 e R$ 1.800. “As pessoas do Bolsa Família vão receber aquilo que for mais vantajoso, do Bolsa Família ou do auxílio emergencial. Então eu estou afirmando aqui que a partir do dia 16 a Caixa irá pagar de R$ 600 para cima, em faixas de R$ 600, R$ 1.200 e R$ 1.800 no Bolsa Família. E aquele que está no Bolsa Família não precisa baixar aplicativo, não tem que fazer nada no aplicativo”, afirmou Onyx. Na visão do economista Ricardo Henriques, que ajudou a criar o Bolsa Família, o governo perdeu muito tempo em discussões menores, que atrasaram o processo. “Falta o sentido de urgência para o enfrentamento da crise. Uma liderança com coordenação e informação, instituição de processos ágeis e tomadas de decisões adequadas a essa emergência. Temos uma letargia totalmente inadequada à emergência que estamos vivendo”, afirmou. O ministro da Economia pediu compreensão de todos pelo tamanho da operação em jogo. Paulo Guedes disse que os R$ 98 bilhões que vão custar o auxílio emergencial por três meses ultrapassam todo o gasto do ano com os ministérios. “Em três ou quatro semanas, nós saímos de zero para mais de R$ 800 bilhões de recursos para os próximos três meses na economia. Então qualquer crítica de que houve uma demora no programa eu considero oportunismo político. Eu não considero uma coisa séria. Eu acho que a atitude séria agora é nos ajudar a resolver os problemas. Não é ficar jogando responsabilidade para um lado ou para o outro. Então eu peço a cooperação e acho que teremos, pela gravidade da crise, e chamo a atenção de novo para o tamanho, para a magnitude dos recursos que estão sendo mobilizados. Isso nunca aconteceu antes, nunca foi numa velocidade tão grande”, disse Guedes. Guedes voltou a pedir união. Ele afirmou que o momento é de concentrar os esforços na defesa da saúde e do emprego. “Já alertando para o problema econômico que pode vir lá na frente, sem descuidar em nenhum momento do problema da saúde e do isolamento que é requerido no momento. Pedimos que haja sempre evidentemente essa atitude de cooperação, que tem havido, tanto da mídia, do Congresso, que tem nos auxiliado a lidar com a crise. Eu peço que haja justamente um espírito de união em torno desse lema, de que nenhum brasileiro será deixado para trás e que a defesa da saúde e do emprego está acima de qualquer diferença. Daqui a três a quatro meses, nós superarmos essa crise, atravessarmos esse problema de saúde, podem voltar com o barulho natural de uma democracia. Pode todo mundo chutar todo mundo, todo mundo atacar todo mundo, mas primeiro estamos todos juntos, porque juntos somos mais fortes, juntos para resolver o problema da saúde brasileira. Ali na frente a gente volta a brigar porque democracia é barulhenta e sempre tem briga mesmo e com isso estamos acostumados. Mas, nesse momento, de ameaça à saúde do povo brasileiro, não é o momento para tentar explorar politicamente quaisquer problemas que tenhamos”, afirmou Guedes. O governo também disse que está finalizando os processos de liberação de dinheiro para ajudar as empresas. São três programas principais para ajudar a pagar os salários dos empregados em troca de manutenção do emprego. Programas que vão exigir ainda sacrifícios dos donos das empresas e dos trabalhadores. As regras já estão em vigor e valem por três meses para todas as empresas do país. Atingem 25 milhões de empregados - inclusive os domésticos - com carteira assinada. O empregador vai poder reduzir a jornada de trabalho e o salário do empregado. Na mesma proporção: são três faixas de redução: 25, 50 ou 70%. O governo vai pagar parte do salário reduzido. Quem ficar três meses ganhando menos, não poderá ser demitido nos três meses seguintes. A segunda grande mudança é que as empresas também poderão suspender o contrato de trabalho por dois meses. Mas essa suspensão só vai acontecer se houver acordo entre patrão e empregado. Em casos de acordo, o empregado com o contrato suspenso passa a ter direito ao seguro-desemprego. Segundo o governo, o sistema para receber as informações das empresas estará disponível na segunda-feira (6). O secretário de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, disse que as empresas que reduzirem a jornada e o salário dos trabalhadores não estão impedidas de participar do programa de financiamento da folha de pagamento. “Especialmente quando ela faz uma redução de jornada com a consequente redução do salário, ela pode tranquilamente financiar a outra parte folha, o que sobrou da folha”, disse.

Acidente aconteceu no início da noite desta sexta-feira (7); segundo a polícia, o teste do bafômetro do motorista deu negativo. Pedestre foi atropelado no início da noite desta sexta (7), em São José dos Pinhais PRF/Divulgação Um pedestre morreu atropelado no início da noite desta sexta-feira (7) na BR-116, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, de acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Segundo a polícia, a vítima tentava atravessar a rodovia quando o acidente aconteceu. O motorista do carro informou aos policiais que tentou desviar, mas não conseguiu. O teste do bafômetro do motorista deu resultado negativo, de acordo com a PRF. Até a publicação desta reportagem, a vítima não tinha sido identificada. Veja mais notícias do estado no G1 Paraná.

Ministério Público pediu instauração de inquérito policial. Os casos teriam ocorrido nos anos de 2014, 2016 e 2018 e se tornaram públicos nesta sexta. Em nota, Felipe Prior repudiou 'veementemente, as levianas informações espalhadas sobre supostos fatos que teriam ocorrido há anos'. Felipe Prior no 'BBB20' Reprodução/Globo O Ministério Público de São Paulo solicitou nesta sexta-feira (3) a instauração de inquérito policial para apurar denúncias de três mulheres contra o arquiteto Felipe Prior, ex-participante da 20ª edição do BBB, por dois estupros e uma tentativa de estupro. O caso está sob sigilo. Prior nega as acusações (veja abaixo). No dia 17 de março, a advogada das três, Maíra Pinheiro, protocolou uma notícia crime sobre os três casos no Departamento de Inquéritos do Fórum Central Criminal. Os casos teriam ocorrido nos anos de 2014, 2016 e 2018 e vieram a público em reportagem publicada pelo site da revista Marie Claire nesta sexta. As três mulheres que acusam Prior não fizeram boletim de ocorrência porque dizem que se sentiram envergonhadas. Segundo a advogada, uma universitária viu a chamada da participação de Felipe Prior no Big Brother Brasil 20 e fez um post no Twitter em que afirmava que o conhecia e que ele havia sido impedido de entrar no InterFau 2019 (jogos esportivos entre faculdades de arquitetura de São Paulo) após uma denúncia de assédio. A partir desta publicação, duas das mulheres que o acusam, sem que se conhecessem, procuraram a universitária, que as colocou em contato. Elas procuraram as advogadas Juliana Valente e Maíra Pinheiro. Ao apurarem a denúncia do InterFau, chegaram até a terceira mulher. O tweet foi apagado, de acordo com Maíra Pinheiro, porque a universitária foi procurada por três pessoas que afirmaram que eram advogados de Prior e que a processariam por calúnia caso ela falasse sobre o ocorrido nos jogos universitários. Segundo eles, a informação era falsa. Ao G1, a advogada afirmou que quer garantir “a proibição de contato [de Prior] com as vítimas e todas as testemunhas por qualquer meio de comunicação, inclusive terceiras pessoas”. Em notícia crime protocolada em 17 de março, a defesa das três mulheres descreve os supostos crimes. De acordo com o documento, na madrugada de 9 de agosto de 2014, a vítima protegida sob o nome de Themis descreve que Prior se aproveitou de sua embriaguez para praticar atos libidinosos e conjunção carnal, provocando lesões corporais graves. Ela narra que Felipe tirou a roupa dela e abriu a própria calça, deixando seu genital para fora. Como estava embriagada, ela disse que não conseguia oferecer resistência física, mas disse que falou não a ele muitas vezes e que não queria ter relações sexuais. Felipe teria reagido dirigindo-se a ela aos gritos, dizendo “para de ser fresca, no fundo você quer, não é hora de se fazer de difícil” e, diante das seguidas negativas de Themis, insistido: “quer sim”. Neste momento, Felipe teria estuprado Themis. Depois, ainda segundo a denúncia, Themis contou para a mãe que estava com um ferimento em suas partes íntimas e que sentia dor. "A mãe pediu à filha que se deitasse e olhou, e notou um corte de cerca de três dedos de comprimento na região genital da filha, profundo o suficiente para chegar até o músculo. A filha da declarante relatava muita dor e o sangramento estava muito intenso." "A mãe precisou vestir a filha, pois a mesma estava sem condições físicas e emocionais de fazê-lo. Para conter o sangramento, que estava muito intenso, a declarante colocou uma fralda na filha. (…) Quando a filha da declarante foi chamada para ser atendida, chamou a atenção da declarante a reação da médica ao examinar TESTEMUNHA PROTEGIDA THEMIS. A médica expressou muito espanto, e ao se dirigir à declarante, a primeira pergunta que ela fez foi 'quem que fez isso?'. Naquele momento, a declarante e a filha estavam com medo e vergonha de relatar a verdade, então disseram que havia sido um namorado. A médica disse 'isso tá muito feio. Namorado seu, você tem certeza?'”, relata o documento. A advogada descreveu o segundo caso como crime de tentativa de estupro, praticado durante os jogos universitários Interfau, em setembro de 2016, no município de Biritiba Mirim, contra a vítima testemunha protegida chamada Freya. Ela descreve que Prior tentou conter a vítima fisicamente por meio do uso da força, mas não conseguiu, e a vítima escapou. O terceiro relato é de crime de estupro, praticado durante os jogos Interfau em setembro 2018, no município de Itapetininga, tendo como vítima a testemunha protegida chamada Ísis. Ela descreve que Prior se aproveitou de sua embriaguez para praticar atos libidinosos e conjunção carnal, com uso de violência física, mesmo diante do choro da vítima. Ainda em março, as advogadas pediram à Justiça que a polícia abrisse investigação e que Prior fosse proibido de manter contato com as supostas vítimas, mas a juíza Patrícia Cruz negou. No despacho, ela afirma que os supostos crimes ocorreram em anos distintos, sem conexões entre eles, e em comarcas diferentes. A juíza também recomendou que as advogadas pedissem a abertura de investigação diretamente à polícia. A advogada disse que vai recorrer da decisão. Felipe Prior, do ‘BBB20’, é acusado de estupro e tentativa de estupro por 3 mulheres Maíra pede a instauração de procedimento investigatório para apurar a prática dos crimes "ora reportados, bem como de outros que sobrevierem da instrução; e em razão da natureza, multiplicidade e similaridade dos relatos, requer a remessa dos autos ao GEVID/MPSP", que possui a força-tarefa para apurar denúncias coletivas em casos de violência contra a mulher. “A prioridade neste momento é garantir a integridade emocional, física, moral delas e garantir que possa correr sem interferências. A gente quer resguardar que queiram falar sobre o que sabem, porque todas tinham muito receio. Elas estão emocionalmente abaladas com toda essa repercussão. Elas sabem que têm um longo caminho pela frente até chegar uma eventual responsabilização, mas elas estão conscientes que é um caso consistente que tem bastante corroboração”, afirmou a advogada. Segundo Maíra, no curso da apuração, "a gente teve conhecimento de mais uma vítima que inicialmente não se dispôs a falar, e é possível que existam outras.” A advogada disse ainda que "é compreensível que possivelmente ele não enxergue nenhum desses episódios como atos de violência que ele tenha praticado. Esse caso não é sobre BBB, é sobre violência sexual em um ambiente universitário e sobre uma certa permissividade que é senso comum sobre o que é consentimento. Por causa disso, é importante entender esse caso não como um caso isolado e não como um caso que tenha a ver com BBB, mas com um problema muito maior sobre violência sexual em ambiente universitário." Prior foi eliminado do BBB na última terça (31). A Globo divulgou a seguinte nota: "A Globo é veementemente contra qualquer tipo de violência, como se percebe diariamente em seus programas jornalísticos e mesmo nas obras do entretenimento, e entende que cabe às autoridades a apuração rigorosa de denúncias como estas". Defesa de Prior Felipe Prior publicou vídeo em sua rede social negando as acusações. Initial plugin text Em nota assinada pelos advogados Carolina Tieppo Pugliese Ribeiro, Rafael Tieppo Pugliese Ribeiro e Celly de Mesquita Prior, advogados de defesa de Felipe Prior, eles dizem que ele “não tomou conhecimento do teor das acusações de crimes que jamais cometeu, e que jamais cometeria." Ainda segundo o documento, os advogados dizem que "por enquanto, Felipe Prior repudia, veementemente, as levianas informações espalhadas sobre supostos fatos que teriam ocorrido há anos, mas somente agora, depois de ter adquirido visibilidade pública, são manobrados. Felipe Prior estará à disposição das autoridades para qualquer tipo de questionamento, e adotará todas as medidas necessárias contra os que investem contra a sua civilidade". Expulso de jogos universitários Em nota divulgada nesta sexta-feira (3), a Interfau informou que recebeu uma denúncia contra Prior durante os jogos universitários em 2018 e que decidiu pela expulsão dele naquela edição e nas seguintes, de forma permanente. A comissão informou ainda, no documento, que o teor das acusações recebidas contra Prior naquela ocasião era de assédio e crime sexual. Sobre o Interfau ter proibido a presença de Prior nos jogos universitários, a advogada afirmou a “entidade estudantil não é o estado nem a policia e não tem formação técnica para classificar conduta como crime ou não crime. Mas ao mesmo tempo, uma entidade privada tem autonomia para estabelecer critérios de participação de exclusão de seus espaços desde que não sejam discriminatórios. A iniciativa de criar esse tipo de comissão voltada ao acolhimento em loco das vítimas uma coisa iniciativa bem válida.” Veja a íntegra da nota: A Comissão Organizadora do Interfau vem por meio desta anunciar publicamente que deliberou, de maneira permanente, que Felipe Antoniazzi Prior, ex-aluno da Universidade Presbiteriana Mackenzie, não poderia ingressar e tampouco participar de nenhuma de nossas atividades a partir de outubro de 2018. Devido ao recebimento de mais de uma denúncia acusando-o de assédio, além de uma acusação de crime sexual durante o Interfau de 2018, a Comissão Organizadora através dos deveres atribuídos a ela, visando garantir a segurança e o bem-estar de todos no evento, se reuniu no dia 21 de outubro de 2018, onde foi deliberada a expulsão permanente de Felipe Prior das demais edições do Interfau. A Comissão Organizadora do Interfau reitera que toda forma de opressão é profundamente repudiada nos nossos eventos e que a Comissão tem trabalhado ano após ano para que todos os participantes se sintam seguros e resguardados pela Comissão Anti Opressão (CAO).

Confira vídeos do telejornal com notícias do Pará. Confira vídeos do telejornal com notícias do Pará.

Unidade de saúde foi definida como referência para casos suspeitos ou confirmados de Covid-19 em crianças. Inscrições podem ser feitas até a próxima segunda-feira (6). Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), em João Pessoa, é administrado pela Ebserh Diogo Almeida/G1 As vagas do processo seletivo simplificado para formação de cadastro de reserva de profissionais que vão atuar contra a Covid-19, realizado pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), não foram totalmente preenchidas no Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), em João Pessoa. A unidade de saúde foi definida pela empresa como referência para casos suspeitos ou confirmados de Covid-19 em crianças. Veja edital de seleção temporária da Ebserh para enfrentamento do coronavírus nos HUs Abertas inscrições em seleção temporária da Ebserh para três hospitais universitários da PB O número de inscritos foi insuficiente para as especialidades de medicina de emergência, anestesiologia, clínica médica e medicina intensiva. No país, foram autorizadas quase 6 mil vagas e na Paraíba, os profissionais vão atuar nos Hospitais Universitários de João Pessoa, Campina Grande e Cajazeiras. Segundo o edital, as inscrições devem ser feitas até a segunda-feira (6), no site da organizadora. No momento da inscrição, o profissional deve indicar qual hospital vai querer atuar e as convocações vão acontecer conforme a necessidade de cada unidade. A seleção vai ser feita por meio da análise curricular, avaliação de títulos e experiência profissional. Além de preencher o formulário eletrônico de inscrição, os candidatos devem ainda anexar currículo, diploma e documentos solicitados no edital. Conforme a Ebserh, a formação do cadastro de reserva tem como objetivo suprir a rede com profissionais que vão atuar na linha de frente do combate ao novo coronavírus e também para reposição de profissionais que porventura tenham que se ausentar por conta da doença. O cadastro foi aberto para profissionais de níveis técnico e superior, nos cargos de médico (medicina de emergência, anestesiologista, clínica médica, medicina intensiva), enfermeiro (terapia intensiva, urgência e emergência), técnico em enfermagem, fisioterapia, engenheiro (clínico e mecânico) e arquiteto. As remunerações variam de R$ 3.255,32 a R$ 10.350,45. A remuneração mais alta é para os cargos de engenheiro clínico, engenheiro mecânico e arquiteto. O resultado da seleção está previsto para ser publicado no dia 8 de abril. Os contratos têm duração de seis meses podendo ser prorrogados por igual período até um total de dois anos. Na Paraíba, as vagas são para o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW), na capital; no Hospital Universitário Alcides Carneiro (HUAC), em Campina Grande e no Hospital Universitário Júlio Bandeira (HUJB), em Cajazeiras.

O índice foi alcançado nesta quinta-feira (2), quando foi divulgado o diagnóstico de mais 102 pessoas. Quantidade de casos de coronavírus confirmados no Ceará por dia. Secretaria da Saúde do Ceará O ápice da divulgação de pessoas infectadas com o novo coronavírus no Ceará ocorreu na quinta-feira (2), quando houve acréscimo de 102 novos diagnósticos da doença. Nesta sexta-feira, mais 64 pessoas pessoas tiveram exames positivos para a Covid-19, o que deixa Ceará com um total de 658 casos confirmados desde que a pandemia atingiu o estado. São 22 mortos no estado. Assembleia aprova calamidade pública no Ceará e pagamento de contas para consumidores de baixa renda Sobe para 22 número de mortes por coronavírus no Ceará; estado tem 658 casos A quantidade de novos casos na quarta-feira (1°) - dia anterior ao recorde - era 52, ou seja, as confirmações quase dobraram entre dois boletins seguidos. Até então, o dia com o maior número de confirmados foi 26 de março, em que 58 pessoas foram detectadas com o novo vírus. Dos 184 municípios cearenses, 22 já registram casos do novo coronavírus. A cidade mais atingida é Fortaleza, atualmente com 600 ocorrências, a seguir, Aquiraz, na Região Metropolitana, contabiliza 15 pacientes. Sobral vem logo em seguida, com cinco ocorrências. Coronavírus: infográfico mostra principais sintomas da doença Foto: Infografia/G1 Initial plugin text
A Justiça concedeu prisão domiciliar a um preso que teria diabetes, comprovada através de um atestado médico. Segundo a polícia, em uma gravação que circula em um grupo de aplicativo, o advogado diz que o atestado é falso. Advogados são investigados no RS por uso de atestados médicos falsos para liberar presos A polícia do Rio Grande do Sul está investigando advogados que teriam se aproveitado da pandemia para liberar presos com atestados médicos falsificados. A Justiça do Rio Grande do Sul concedeu prisão domiciliar a Michel Garcia Colpes no dia 23 de março. No despacho, o juiz diz que ele faz parte do grupo de risco por ter diabetes, comprovada através de um atestado médico. Segundo a polícia, em uma gravação, que circula em um grupo de aplicativo de mensagens, o advogado Leandro Horstmann diz que o atestado é falso. “Apresentamos um laudinho frio, frio, friozinho, lá do Hospital de Clínicas, mas bem feitinho ali, de diabetes, que ele tinha diabetes”, revela o advogado. A suspeita de fraude fez a Justiça de Camaquã revogar a prisão domiciliar. Michel Garcia está foragido. Em outra conversa, no mesmo grupo, um suposto preso diz a outro advogado que também quer sair. ”Eu estou procurando advogado que eu pague para fazer isso daí, para fazer o pedido e bote o laudo e me coloque na rua”, é possível ouvir. “Eu peguei sete processos e consegui tirar seis clientes. Eu estou passando a minha conta para os clientes, os clientes estão fazendo transferência, eu já entro com o pedido”, explica o advogado. O esquema é investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul. “O crime de falsidade documental é um crime que pode ser que tenha ocorrido, algum outro crime contra a administração da Justiça que nós vamos ter que analisar de maneira mais detalhada”, diz o delegado Marcus Viafore. O Hospital de Clínicas que, segundo o advogado, teria fornecido o atestado, disse em nota que não teve acesso aos dados de identificação de paciente nem do profissional envolvidos no caso. Afirmou também que só fornece atestado médico a pacientes atendidos na instituição. Em apenas dez dias, quase 1.900 presos gaúchos idosos ou com doenças crônicas ganharam o direito de ficar em prisão domiciliar por fazer parte do grupo de risco da Covid-19. O Jornal Nacional não conseguiu contato com o advogado Leandro Horstmann. O outro advogado que fala na reportagem é Antenor Colombo Neto. Ele confirmou que o áudio investigado pela polícia é dele, mas negou ter cometido qualquer irregularidade, e disse que o diálogo divulgado está fora de contexto.
Policiais rodoviários federais mapearam 70 mil quilômetros de estradas federais e identificaram seis mil lugares diferentes, entre restaurantes, borracharias e postos de combustível. PRF mapeia estradas para identificar estabelecimentos abertos e ajudar caminhoneiros Os caminhoneiros brasileiros ganharam, nesta sexta (3), uma ajuda valiosa nas estradas. Os policiais rodoviários federais percorreram, durante uma semana, 70 mil quilômetros de estradas federais de todo o país, visitaram postos de combustível, borracharias, restaurantes e até banheiros. O trabalho envolveu cerca de dez mil agentes. Eles mapearam todos os serviços que estavam abertos na beira das estradas. Seis mil lugares foram identificados. Os policiais, então, avaliaram as condições, os horários de funcionamento e também o tipo de atendimento oferecido. Tudo foi parar na página da Polícia Rodoviária Federal e agora está à disposição dos caminhoneiros. Para o caminhoneiro Janivaldo Esteves, a ajuda chega em boa hora. Ele estava tendo dificuldades para encontrar pontos de apoio durante as viagens. “Não encontrei borracharia em lugar nenhum. Almoço também não teve para a gente. Só que a gente conta com os parceiros que têm cozinha, tudo. E a gente vai se alimentando, só que não tem nada aberto”, explicou. O sistema on-line lista restaurantes, hospedarias, borracharias, oficinas mecânicas, lojas de conveniência, postos de combustível e pontos de paradas em funcionamento. Dá para buscar por categoria, por cidades e também o que está mais perto – e pelo celular. O caminhoneiro João Neto testou e aprovou. “Você já para no ponto certo e aí você já faz a sua rota certinho, faz os seus pontos de parada certo. Isso ajuda muito, ajuda bastante a gente”, disse. Quem não tem internet pode ligar para o telefone 191 da Polícia Rodoviária Federal ou parar num posto da PRF. Um policial vai passar as informações sobre o que está funcionando. “Ela será alimentada pela própria polícia diariamente. Essas informações vão estar prontas para que o motorista possa saber o que está aberto, o que está fechado. Aí ele vai fazer a sua viagem com planejamento”, explicou Newton Morais, inspetor da PRF. O serviço que hoje ajuda os caminhoneiros a seguir viagem durante a pandemia vai continuar disponível depois que todo o comércio estiver reaberto. Mas, por enquanto, continua valendo a recomendação para quem não presta um serviço essencial: o melhor é ficar em casa.
Reabertura será permitida para lojas com até nove funcionários; toque de recolher também será alterado e começará a partir das 21h. Prefeitura de Cascavel divulga novo decreto com regras para funcionamento do comércio. A Prefeitura de Cascavel, no oeste do Paraná, flexibilizou as restrições por causa da pandemia do novo coronavírus em um novo decreto que será publicado no sábado (4). Com isso, lojas com até nove funcionários poderão abrir a partir de terça-feira (7) desde que respeitem regras de segurança para clientes e funcionários. Segundo a prefeitura, a decisão foi do Centro de Operações Emergenciais (COE). Na segunda-feira (6), os comerciantes devem se organizar e higienizar os espaços para abrir no dia seguinte, informou a prefeitura. As medidas foram anunciadas na tarde desta sexta-feira (3). A Secretaria de Saúde do município confirmou mais nove casos de Covid-19. Com isso, já são 25 pessoas infectadas na cidade. Uma pessoa morreu. VEJA O QUE PODE E O QUE NÃO PODE ABRIR O decreto também vai alterar o horário do toque de recolher no município, que está sendo adotado desde o dia 23 de março. Em vez de ocorrer entre 20h e 6h, será das 21h às 6h. A partir de terça, o Exército estará nas ruas para ajudar na fiscalização. "Assumimos um compromisso de ceder e avançar um pouco na retomada, mas tudo isso condicionado a não contaminar aquilo que fizemos até agora. Então, qualquer medida anunciada aqui hoje pode, a qualquer momento, ser retroagida", afirmou o prefeito Leonaldo Paranhos (PSC). Reuniões e festas continuam proibidas na cidade, assim como as atividades religiosas - cultos, missas. As igrejas poderão receber fiéis apenas para aconselhamentos individuais. Academias, clubes de pesca, clubes recreativos e associações também estão com atividades temporariamente suspensas. Transporte coletivo Segundo a prefeitura, o transporte coletivo continuará funcionando com frota reduzida e rodando apenas em horários de pico para trabalhadores do setor de saúde e dos serviços essenciais. Os passageiros precisam apresentar o crachá da empresa ou holerite e as concessionárias do transporte terão que higienizar os ônibus nas garagens e nos terminais. Veja mais notícias da região no G1 Oeste e Sudoeste.

Secretaria de Educação do Amapá incentiva educadores a utilizarem conteúdo de plataforma na web para complementar conteúdo. Aulas de matemática no computador Divulgação Após a prorrogação do decreto que suspende as aulas por mais 30 dias em todo o Amapá para conter o avanço do coronavírus, professores da rede estadual estão sendo capacitados para atuar com plataformas digitais para complementar o conteúdo que, momentaneamente, não pode ser praticado em sala de aula. Gerenciado pela Secretaria de Estado de Educação do Amapá (Seed), o SigEduc, possui três ambientes com mais de 9 mil conteúdos: Escola Digital Amapá, Escolas Conectadas e Sistema Avamec. A alternativa é construída desde 2017, diz a Seed, mas agora ela deverá servir de horas complementares, diante da portaria do Ministério da Educação (MEC) que suspendeu a obrigatoriedade dos 200 dias mínimos do calendário letivo, mas manteve a carga horária de 800 horas. Na plataforma o usuário pode encontrar desde cursos gratuitos até jogos interativos. Nesta sexta-feira (3), professores e gestores escolares receberam capacitação para utilizar a plataforma. A secretaria disponibiliza videoaulas. Secretaria de Educação do AP anuncia medidas para reduzir impactos da suspensão das aulas A titular da Seed, Goreth Souza, completa que as ferramentas virtuais estão disponíveis para todos os atores do ambientes escolar, até para os próprios pais. "É importante frisar que não é recesso e nem férias escolares, mas sim uma verdadeira suspensão do calendário. Não está sendo estabelecido período de férias para professor, é prevenção para que as pessoas fiquem em casa", explicou. Ela reiterou que ainda haverá uma consulta pública durante o mês de abril com a comunidade escolar por meio da plataforma. A ideia é discutir soluções voltadas para a realidade de cada escola. Para ler mais notícias do estado, acesse o G1 Amapá.

Professor foi chefe do departamento de Economia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas. Ele tinha 83 anos. Wilson Cano, um dos criadores do Instituto de Economia da Unicamp, em foto de 2014; pesquisador morreu nesta sexta (3), aos 83 anos Antoninho Perri/Unicamp Morreu nesta sexta-feira (3), em Campinas (SP), o professor e pesquisador Wilson Cano, um dos criadores do Instituto de Economia (IE) da Unicamp. Aos 83 anos, ele lutava contra um câncer. O horário e o local do sepultamento não foram informados. Nascido em São Paulo, em dezembro de 1937, formou-se em economia na PUC em 1962. Chegou à Unicamp em 1968, convidado pelo reitor Zeferino Vaz, e ajudou na formação do IE. Foi chefe do departamento de Economia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas entre 1975-1976. Mesmo aposentado, permanecia dando aulas, fazendo pesquisas e produzindo artigos. Em uma entrevista concedida à Unicamp, em 2016, disse que não sabia fazer outra coisa da vida, e aceitou o convite para seguir na universidade como professor colaborador. "Não aprendi a pescar na minha vida, eu não sei fazer outra coisa a não ser um pesquisador e um professor", disse. Cano publicou uma série de livros sobre economia, com destaque para análises da industrialização brasileira. Também acumulou prêmios e títulos, entre eles o de pesquisador emérito do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Recentemente, lançou um site pessoal com seu acervo. Em nota, a direção do Instituto de Economia da Unicamp lamenta a morte do professor. "É impossível exagerar a sua importância na criação e consolidação do nosso Instituto, além de seu papel fundamental na história da Unicamp. Formador de várias gerações de pesquisadores e professores Brasil afora, o prof. Wilson é figura maior na trajetória da qual somos todos herdeiros. Combatente das melhores causas até o fim da vida, fica para todos nós seu exemplo de dedicação ao Brasil e à Universidade, sua trajetória ímpar de intelectual e homem público, e os ensinamentos de sua vasta obra e incontáveis aulas ministradas. À família e amigos, o IE manifesta os mais profundos sentimentos neste momento difícil. Recebam nosso abraço fraterno e toda nossa solidariedade", diz o texto. Veja mais notícias da região no G1 Campinas

Desde que começou a circular no país, novo vírus já matou 9,2 pessoas por dia contra 3,1 da influenza no ano passado. Microscópio mostra amostra de primeiro caso do coronavírus Sars-Cov-2 nos EUA, isolado em laboratório. Hannah A Bullock; Azaibi Tamin/CDC A Covid-19, a síndrome respiratória aguda grave causada pelo novo coronavírus, já matou três vezes mais do que a gripe matou por dia, em média, em 2019. Segundo um levantamento da BBC News Brasil a partir de dados do Ministério da Saúde, no ano passado, o país registrou 1.122 óbitos pelos três tipos de influenza (H1N1, influenza B e H3N2), ou uma média de 3,1 por dia. Neste ano, até o dia 14 de março, foram 29 mortes, ou média de 0,4 por dia. Em 2019, a influenza A (H1N1) foi responsável pelo maior número de mortos, mais de 700. Já o novo coronavírus matou até esta sexta-feira (3 de abril) 359 pessoas, ou uma média de 9,2 por dia, desde que começou a circular no território nacional, em 25 de fevereiro. Sintomas do novo coronavírus são como de gripe Naquela data, um homem de 61 anos que mora em São Paulo e que esteve na Itália teve diagnóstico positivo para o vírus. Ele não foi internado e se recuperou da doença em casa. Embora ainda seja cedo para dizer com certeza qual a taxa de mortalidade da Covid-19, estudos preliminares mostram que ela é significativamente maior do que o da gripe comum, que gira em torno de 0,1%, de acordo com o CDC, órgão de prevenção de doenças dos EUA. Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade da Berna, na Suíça, com base em dados da China, estimou a letalidade em 1,6%. Segundo a Universidade Johns Hopkins, morreram 57 mil pessoas em decorrência do novo coronavírus em todo o mundo, 5,3% dos mais de 1 milhão de casos confirmados. Já no Brasil, foram 359 mortes entre 9.056 casos confirmados — uma taxa de mortalidade de aproximadamente 4%. Esse cálculo, porém, tende a superestimar a mortalidade porque não leva em conta o alto número de subnotificações, ou seja, casos muitos leves da doença que não foram detectados pelos sistemas de saúde por meio de testes. Além disso, sabe-se que o novo coronavírus é mais contagioso que a gripe comum. Enquanto infectados por influenza podem passar o vírus para, em média, 1,3 pessoas, no caso do novo coronavírus, esse número varia de 2 a 3. 'Gripezinha' Os dados voltam a colocar em xeque declarações do presidente Jair Bolsonaro que, em mais de uma ocasião, minimizou os riscos do novo coronavírus e o comparou com uma simples gripe. "(...) caso fosse contaminado pelo vírus, [eu] não precisaria me preocupar, nada sentiria ou seria, quando muito acometido de uma gripezinha ou resfriadinho", disse ele, em pronunciamento na TV no último dia 24 de março. Campanha contra gripe Em 23 de março, Ministério da Saúde iniciou campanha de vacinação em todo o país Getty Images via BBC No último dia 23 de março, o Ministério da Saúde iniciou a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. O objetivo é vacinar 67,6 milhões de pessoas em todo o país. Em uma primeira etapa, os públicos prioritários são idosos e profissionais de saúde. A vacina contra influenza não tem eficácia contra o coronavírus, mas, segundo o Ministério da Saúde, "irá auxiliar os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para coronavírus, já que os sintomas são parecidos. E, ainda, ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde". De acordo com a pasta, estudos e dados apontam que casos mais graves de infecção por coronavírus têm sido registrados em pessoas acima de 60 anos, "grupo que corresponde a 20,8 milhões de pessoas no Brasil. Por isso, a primeira etapa da campanha contempla esse público". Initial plugin text

Secretaria de Saúde prioriza melhorar unidades que estão atendendo. Hospital de Içara cria ala para receber pacientes com coronavírus O Governo de Santa Catarina está reforçando os hospitais que estão atendendo pacientes com Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus. A ideia, segundo disse o governador Carlos Moisés (PSL) na noite desta sexta-feira (3), é ter 3,52 leitos para cada 10 mil habitantes em Santa Catarina. Atualmente, a média é de 1,58 leitos por 10 mil habitantes. As unidades que estão atuando no combate à pandemia estão recebendo equipamentos para que possam elevar o número de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), como ventiladores pulmonares, monitores e camas hospitalares, por exemplo. De acordo com o governador, o estado projeta criar novos leitos em todas as regiões até o fim de maio. Em coletiva nesta sexta-feira (3), ele afirmou que o estado dispõe de 801, mas a projeção é que atinja 2,5 mil no total. Para chegar a esse número, o governo pode contratar leitos em estabelecimentos privados. Além disso, também estuda a criação de hospitais de campanha, caso seja necessário. Além de abastecer os hospitais públicos e filantrópicos com novos equipamentos, a Secretaria de Estado da Saúde tem sugerido aos municípios a criação de alas para atender especificamente casos suspeitos ou confirmados de coronavírus e centros de triagem. O governo afirmou também que vai investir, em 2020, R$ 276,218 milhões nos hospitais filantrópicos de todas as regiões. Este ano, cada estabelecimento vai receber o teto do repasse mensal, de acordo com o porte do local. Há cinco níveis diferentes. O governo divulgou na internet a lista com o quanto cada hospital vai receber. O repasse, que seria de R$ 13.887.400 milhões para os 80 estabelecimentos, agora será de R$ 25.180.000 milhões. Cidades criaram centros de triagem para receber casos suspeitos Prefeitura de Itajaí/Divulgação O Hospital São Donato, em Içara, no Sul catarinense, estruturou um espaço exclusivo para atender pacientes infectados ou com suspeita de Covid-19. No total, serão 30 quartos destinados para o tratamento. Na mesma região, Criciúma está reformando um hospital desativado para receber novos casos. A cidade, inclusive, registrou a primeira morte pela doença na última quinta-feira (2). No Oeste, o município de Concórdia também tem atuado para melhorar a capacidade do atendimento do Hospital São Francisco, que conta com somente 15 leitos. No Vale do Itajaí, o hospital OASE, de Timbó, foi indicado pelo governo como referência no tratamento da doença na região. De acordo com a direção, a unidade atenderá neste período apenas casos confirmados ou suspeitos do Covid-19. Segundo o governo, o número de leitos no OASE deve passar de 10 para 45 até o fim de maio. Nas demais cidades da região, foram confirmados pelos menos 203 novos leitos. Veja mais notícias do estado no G1 SC
O jornal Folha de S.Paulo divulgou uma nova pesquisa do Datafolha com a avaliação do desempenho do governo em relação à crise do coronavírus. O apoio ao Ministério da Saúde é mais do que o dobro do apoio ao presidente. Apoio à Saúde é mais do que do dobro do apoio a Bolsonaro na crise de coronavírus O jornal Folha de São Paulo divulgou nesta sexta-feira (3) uma nova pesquisa do Datafolha com a avaliação do desempenho do governo em relação à crise do coronavírus. O apoio ao Ministério da Saúde é mais do que o dobro do apoio ao presidente. Segundo o Datafolha, há duas semanas, 35% dos entrevistados avaliavam como ótimo ou bom o desempenho do presidente Jair Bolsonaro. Agora, são 33%. A atuação do presidente era regular para 26%; agora, 25%. 33% dos entrevistados consideravam ruim ou péssimo o desempenho de Bolsonaro em relação ao coronavírus. Agora, esse índice subiu para 39%. Duas semanas atrás, 5% não souberam responder; agora, 2%. Agora, a avaliação do desempenho do Ministério da Saúde em relação ao coronavírus. Há duas semanas, 55% dos entrevistados consideravam o desempenho ótimo ou bom; agora, esse número subiu para 76%. Em março, 31% avaliavam como regular; agora, esse número caiu para 18%. O desempenho do Ministério da Saúde era ruim ou péssimo para 12%; agora, são 5%. Antes, 2% não souberam responder; agora, 1%. O Datafolha também pediu uma avaliação do desempenho do governador do estado onde o entrevistado mora, em relação ao coronavírus. Em março, 54% dos entrevistados consideravam o desempenho ótimo ou bom; agora, 58%. Antes, o desempenho era regular para 28%; agora, 23%. 16% consideravam o desempenho dos governadores ruim ou péssimo; esse número se manteve agora. Antes, 3% não souberam responder. Agora, 2%. O Datafolha perguntou se o presidente Jair Bolsonaro mais ajuda ou mais atrapalha no surto do coronavírus: 40% dos entrevistados disseram que o presidente mais ajuda do que atrapalha; 51% afirmaram que Bolsonaro mais atrapalha do que ajuda. Para 4%, não ajuda, nem atrapalha. 5% não souberam responder. O Datafolha perguntou ainda sobre o desempenho do Ministério da Economia em relação ao coronavírus. 37% consideram o desempenho ótimo ou bom; 38%, regular; 20%, ruim ou péssimo; e 5% não sabem. O Datafolha ouviu, por telefone, 1.511 pessoas em todos os estados do país, de quarta-feira a até esta sexta (3). A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
Pelo menos 16 pessoas de oito localidades de Huancavelica, região com maior taxa de pobreza do país, consumiram bebida adulterada. Segundo jornal, familiares das vítimas também foram internados em estado crítico. Ao menos 16 pessoas morreram em uma região andina do Peru após beberem um licor, aparentemente adulterado, com o propósito de evitar o contágio pelo novo coronavírus, noticiou nesta sexta-feira (3) a agência estatal Andina. "Estes pacientes deram entrada no hospital Lircay em 28 de março por consumir álcool para evitar a propagação e o contágio pelo coronavírus, uma ideia errônea que custou a vida a 16 pessoas", informou a Andina, citando funcionários de saúde da região de Huancavelica, 400 km a sudeste de Lima. A Andina reportou que agentes da polícia "apreenderam bebidas alcoólicas de procedência duvidosa" que intoxicaram pessoas de oito localidades de Huancavelica, a região com maior taxa de pobreza do Peru. "A bebida foi vendida em um estabelecimento de reputação duvidosa, o local sofreu intervenção e os sintomas apresentados pelos falecidos eram de intoxicação", acrescentou a agência, citando o governo regional. Segundo um veículo de imprensa de Lima, os intoxicados eram de diferentes povoados e beberam "álcool adulterado" quando assistiram a um velório dias atrás. "Todos deram entrada em centros de saúde apresentando os mesmos sintomas: vômitos, convulsões, respiração lenta, pele azulada. Outros familiares se encontram internados em estado crítico", informou o jornal "El Comercio" em sua edição digital. No Peru vigora desde 16 de março um isolamento domiciliar em nível nacional e toque de recolher noturno para tentar frear o avanço da pandemia, que contaminou até agora 1.595 pessoas no país, com 61 mortes, segundo balanço oficial. A Andina reportou que as autoridades de Huancavelica decidiram "redobrar as ações para o cumprimento do isolamento obrigatório. Também será sancionada a venda de álcool a vendedores e compradores". Initial plugin text

Idosa de 75 anos chegou em Anápolis a passeio no dia 18 de março, com início dos sintomas no dia 21. O registro da morte foi comunicado ao governo paulista. Prefeitura de Anápolis, Goiás Sílvio Túlio/G1 Uma idosa de 75 anos morreu em Anápolis, a 55 km de Goiânia, pela doença Covid-19, provocada pelo coronavírus. A amostra da mulher foi analisada pelo laboratório Lacen, que acusou morte por síndrome respiratória aguda grave. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, a paciente mora em São Paulo e estava a passeio em Goiás. Por isso, a morte da idosa entrará para a conta oficial daquele estado. Até esta sexta-feira, duas mortes foram registradas no estado. A pasta foi notificada sobre a morte na quinta-feira (2) e informou que a mulher chegou ao estado em 18 de março, com início dos sintomas no dia 21, sendo hospitalizada dias depois. Anápolis registrou nesta sexta, oito casos confirmados da doença e 93 são classificados como suspeitos, aguardando resultado do exame. Até o último boletim, 91 foram descartados após exames negarem a presença de coronavírus nos pacientes testados. Nesta sexta, três homens tiveram resultados positivos para o novo vírus: 1- sexo masculino, 35 anos, proveniente de Londres, chegando ao município em 27 de março, procurou uma unidade hospitalar no dia seguinte; 2- sexo masculino, 17 anos, contato de caso confirmado, procurou rede privada para testagem; 3- sexo masculino, 44 anos, procurou rede privada para testagem; Dos casos suspeitos, 79 estão em isolamento domiciliar com seus contatos diretos e 14 estão internados em unidades de saúde públicas e privadas com síndrome respiratória aguda grave, segundo a prefeitura municipal. Veja outras notícias da região no G1 Goiás. Initial plugin text
Segundo a Secretaria, dos seis confirmados na noite desta sexta-feira (3), quatro estão internados em enfermaria, um em UTI e um é profissional de saúde em isolamento domiciliar. São José do Rio Preto (SP) confirmou mais seis casos positivos de coronavírus e chegou aos 30 na noite desta sexta-feira (3). No último balanço, divulgado pela Secretaria de Saúde no início da manhã desta sexta, a cidade tinha 24 casos confirmados. Segundo a Secretaria, dos seis confirmados nesta noite, quatro estão internados em enfermaria, um em UTI e um é profissional de saúde em isolamento domiciliar. Veja mais notícias da região em G1 Rio Preto e Araçatuba